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Mangás em hiato

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Em um Henshin Online anterior, falamos sobre os mangás que estão em hiato porque alcançamos a edição japonesa.

São eles: Fairy Tail, Btooom!, Blue Exorcist, CDZ The Lost Canvas Gaiden e CDZ – Next Dimension.

Como podem ver na foto, acabamos de receber os materiais de alguns e já estamos trabalhando neles!

E já estão saindo alguns capítulos de CDZ – Next Dimension e Freezing no Japão, mas como ainda não existe o volume encadernado, continuarão em hiato por mais um tempo.

A última publicação de cada um deles aqui foi:

  • Blue Exorcist #15 – Set/2015
  • CDZ – Next Dimension #9 – Set/2015
  • CDZ The Lost Canvas Gaiden #13 – Out/2015
  • Btooom! #18 – Nov/2015
  • Freezing #28 – Jan/2016
  • Fairy Tail #51 – Jan/2016

Ainda dá para encontrar todos eles em lojas especializadas! Procure a mais próxima de você!

E diga pra gente: qual título você está mais ansioso para continuar a leitura?

Mangá de Btooom! na reta final

Tá em japonês mas é o anúncio do arco final, viu?
Tá em japonês mas é o anúncio do arco final, viu?

O mangá survival Btooom! entra em seu arco final, se preparando para resolver todos os mistérios do jogo de vida ou morte realizado em uma ilha deserta. Bom, pelo menos lá no Japão! A revista em que o mangá é publicado em terra nipônicas, a Monthly Comic @Bunch, anunciou que a partir da próxima edição, em abril, Btooom! entra em sua última saga.

Btooom! foi criado por Junya Inoue e é publicado desde 2009 no Japão pela editora Shinchosha. A obra, que tem 13 volumes compilados até então, segue os passos de Ryota Sakamoto, um jovem desempregado que passa os dias jogando video-game em partidas online do game de guerra Btooom! O problema começa quando, um dia, Ryota acorda em uma ilha deserta e se vê no meio de um jogo mortal, ao melhor estilo de Battle Royale e Jogos Vorazes.

A misteriosa musa de Btooom!
A misteriosa musa de Btooom!

O mangá foi o primeiro lançamento de 2014 da Editora JBC, é publicado mensalmente e já está em seu segundo volume no Brasil. Conheça mais sobre a obra clicando aqui.

Conheça BTOOOM!, o próximo lançamento da JBC

Em breve você poderá ter em mãos uma das primeiras novidades da JBC para 2014: o mangá survival BTOOOM!, de Junya Inoue. A obra começou a ser serializada na revista Comic Bunch em 2009 (primeiro na semanal, depois na mensal), e tem 13 volumes publicados até o momento lá no Japão. No fim de 2012 foi ao ar a adaptação em animê, em 12 episódios, com produção do estúdio Madhouse, o mesmo de Death Note e da nova versão de Hunter x Hunter.

Agora, a Editora JBC vai arrebentar e publicar o mangá aqui no Brasil! É mais uma obra na linha dos thrillers de ação e suspense como Diário do Futuro e Jogo do Rei; além de ser o segundo melhor mangá para trocadilhos temáticos, depois de Super Onze (que foi um golaço editorial, devemos acrescentar).

Agora é hora de apertar start e entrar no jogo!

O game

No mangá, “BTOOOM!” é um jogo de videogame criado pela Tyrannos Entertainment, que, com esse nome, só pode ter o Dr. Evil como presidente. Nele, os jogadores devem formar times e se enfrentar em arenas ao estilo Counter Strike, porém, em vez de rifles e pistolas, o jogador deve usar somente bombas chamadas BIM. Ou seja: partidas inteiras gritando “Fire in the hole!!” no ouvido do seu time. Diversão!

Existem diversos tipos de BIM; como, por exemplo, a “Cracker BIM”, uma bomba simples que explode ao fazer contato; a “Timer BIM”, que explode após uma contagem de tempo; ou a “Remote Control BIM”, que pode ser usada como armadilha e ativada à distância.

Tem também o Mr. BIM, pronto pra te matar.
Tem também o Mr. BIM, pronto pra te matar.

Nenhum jogador escolhe qual tipo de BIM vai usar. É o jogo que decide, aleatoriamente, para cada jogador. As partidas são online, com até 32 jogadores. Cada um no seu sofá, confortavelmente, explodindo bombas de pixels sem nenhum risco pra ninguém. Não é?

Saindo da zona de conforto

Ryota Sakamoto é um dos melhores jogadores de BTOOOM! do mundo. Mas na “real life” é só mais um desses “NEETs”, uma, digamos, classe social japonesa, formada por caras que não estão nem trabalhando e nem estudando. Ryota é, basicamente, um inútil que joga videogame muito bem.

Não existe headshot no BTOOOM!, Ryota. Você está louco.
Não existe headshot no BTOOOM!, Ryota. Você está louco.

Até o dia em que ele acorda em uma selva e um homem que ele nunca viu na vida começa a jogar bombas contra ele. O mundo de Ryota vira de cabeça para baixo.

Ryota foi selecionado, sequestrado e jogado em uma ilha, na qual deve lutar pela sua vida nas mesmas regras do jogo de videogame, porém com bombas de verdade, e tirando vidas de verdade. E agora? Cadê aquele jogador frio e eficiente, matando “players” com as mais diversas táticas, sem se importar com as consequências? Ryota será capaz de, de fato, matar?

Se ele não for, com certeza muita gente lá será! Por isso, não perca BTOOOM! por nada! Nem que a banca exploda!

Em breve, nas bancas!!

Capa do Volume 1
Capa do Volume 1

Título oficial: Btooom!;
13 Edições, em andamento no Japão;
Preço: R$ 12,90;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Impressão nas capas internas;
Média de 184 páginas por edição;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Lançamento: Fevereiro/2013.

Battle Royale no Brasil

A editora Globo Livros traz ao Brasil Battle Royale. Originalmente publicado em 1999, foi um grande sucesso no Japão, gerando adaptações em mangá e para o cinema. O longa-metragem foi eleito por Quentin Tarantino como “O melhor filme produzido desde que eu me tornei cineasta”.

O livro de Koushun Takami será publicado em formato 16 x 23 cm, ao valor de R$ 64, 90. Confira a capa da obra:

Inédito, o livro chega em um momento no qual temática se encontra em alta devido ao grande sucesso do cinema, Jogos Vorazes. Ambos compartilham algumas similaridades na trama: jovens deslocados para um local remoto e obrigados a participar de um disputa mortal por sobrevivência.

Outra obra de tema similar também está chegando às bancas brasileiras: Btooom!. Trazido ao Brasil pela Editora JBC, o mangá acompanha os passos de Ryota Sakamoto, um exímio jogador de games que se vê preso em uma ilha deserta e obrigado a participar em uma competição mortal inspirada em seu jogo favorito.

Btooom! será lançado em fevereiro. Fique de olho na Henshin para conferir mais novidades!

Top 7 – Só pode haver um!

BTOOOM! está chegando! Este mangá que é um estouro (desculpem, é inevitável) conta a história de um jogo de vida ou morte na vida real, o famoso e clássico “battle royale”, onde pessoas são mandadas a uma ilha e devem competir até a morte, mas nesse caso com as mesmas regras do fictício game “Btooom!”, onde apenas bombas são as armas permitidas.

Muitas e ótimas histórias já foram contadas neste estilo, então, pra começar o ano arrebentando (é mais forte do que nós!!), vamos com sete recomendações no Top 7!

Por que sete? Porque sim!! BTOOOMMM!!

#7 – Batte Royale (1999)

Você nem esperava ver essa obra nesta lista, né? Pois é, a Henshin tá aqui pra isso. Pra surpreender.

Apesar de o termo “battle royale” ter sido criado antes e já ser usado em competições, por exemplo, de luta livre, o livro/mangá/filme japonês é a primeira coisa que vem à mente pra muita gente.


A versão americana, em vez de colegiais japoneses, tem caras musculosos de sunga. Fica a seu critério…

O clássico livro japonês foi publicado pela primeira vez em 1999, e era tão violento e gráfico que até o Parlamento do Japão desaprovou o livro. E o que acontece quando as autoridades criticam algo? Isso mesmo: Sucesso absoluto. Além disso, houve os filmes e o mangá, publicado por aqui pela Conrad.

A história você já conhece. A garotada de uma certa escola é jogada em uma ilha com armas à vontade e a única regra é: Só pode sobrar um. São páginas e mais páginas de adolescentes se matando das maneiras mais criativas possíveis. Professores de todo o Japão disseram que isso é errado, mas nós não acreditamos neles.

#6 – Deadman Wonderland (2007)

Deadman Wonderland não só é um herdeiro da tradição de “Battle Royale” como é também uma arena de gladiadores moderna (que, de certa forma, é também um tipo de battle royale, não?), já que o “jogo da morte” da vez é em uma prisão-parque-temático (não pergunte) na qual os presos, obviamente, lutam até a morte, sendo assistidos por ricaços que querem ver sangue. Um UFC mais sincero, digamos.

Neste mangá, de autoria de Jinsei Kataoka e ilustrado por Kazuma Kondou, publicado por aqui pela Panini, o personagem principal é um garoto, desses típicos protagonistas amedrontados, que é jogado na prisão por um crime que não cometeu – matar todos os alunos de sua classe… bobagem… – e agora ele quer provar sua inocência nesta chacina, participando de várias outras chacinas.

Porque, se a matança é aprovada por caras ricos, então tudo bem. O mundo tem dessas.

#5 – O Sobrevivente (The Running Man, 1987)

Mais jogo da morte! Mais prisioneiros! Mais matança! Mas “O Sobrevivente” é diferente, pois entende que não é só a elite que quer ver sangue. O povão também!

"Corta pra mim!!"
“Corta pra mim!!”

No filme temos um reality show, O Sobrevivente, estourando de audiência (hein? hein?), no qual condenados lutam por suas vidas para milhares de pessoas assistirem pela TV. Ou você não acha que o Big Brother ficaria bem mais interessante se os participantes tivessem umas metralhadoras e motosserras? Apesar de que, só de ter o Ahhhnold Schwarzenegger no elenco, já é bem mais interessante que o BBB.

O longa-metragem é baseado em um livro de Stephen King, e ao que parece, deixou muito das mensagens sociais do livro de lado, e focou mais em batalhas bizarras em sequência. Resultado: Um clássico do trash. Toma essa, King.

#4 – Kamen Rider Ryuki (2002)

Kamen Rider em um jogo da morte? Pois é. Na série Kamen Rider Ryuki, a terceira série de televisão da retomada da franquia em 2000, existem 13 Riders, que devem se enfrentar em uma série de batalhas em um mundo alternativo, e o vencedor poderá realizar um desejo.

É bonequinho pra caramba!
É bonequinho pra caramba!

Os Riders lutam contra monstros também, é claro. Inclusive, cada Rider tem um monstro próprio (o principal tem um dragãozão!!). Mas aqui nesta lista, o que interessa é que tem um monte de Kamen Riders se batendo, e rolam até alguns combates fatais! Rider matando Rider! Ô loco!

#3 – Highlander (1986) – com colaboração do Pedro Catarino

E agora, mais um clássico! Em Highlander, um grupo de imortais vive um ciclo de disputas e conflitos, no qual todos devem se enfrentar e derrotar seus oponentes através da decapitação. Espadas, cabeças rolando e sotaque escocês. Isso é um filme! É impossível não lembrar da frase clássica da produção: “Só pode haver um!!”, uma expressão que resume bem o espirito desse tipo de obra.

E tem o Christopher Lambert de kilt, também, se isso lhe interessar.
E tem o Christopher Lambert de kilt, também, se isso lhe interessar.

Mesmo que hoje possa parecer datado e com um ritmo um pouco lento demais, o visual ainda impressiona e conquistou público e crítica em sua estreia na década de 80. O sucesso foi tamanho que abriu a porta para diversas sequências de qualidade duvidosa, séries de televisão, games e quadrinhos. No final das contas, nenhum material extra conseguiu chegar aos pés do original. É, parece que só pode haver UM mesmo! (Intervenção do Cassião “Bacanudo” Medauar! – Frescura do redator. O 3 e o 4 são bem honestos, e a série de TV é bem legal também).

#2 – Diário do Futuro (Mirai Nikki – 2006)

Um dos sucessos absolutos da JBC em 2013, Diário do Futuro é um mangá envolvente e intrigante, onde 12 pessoas ganham, cada uma, um “diário do futuro” (não, sério?!) na forma de um telefone celular, salvo exceções, que pode prever o futuro. Isso já bastaria para uma história interessante, se não fosse o Deus Ex Machina, o ser que organizou tudo isso, fazendo com que todos esses portadores se enfrentem até a morte, para que o vencedor se torne Deus!

O que se segue são diversas batalhas inusitadas, nas quais cada um tenta criar armadilhas contra seu oponente usando as previsões do futuro, e as mudanças no futuro causadas pelas suas ações. Além disso, cada diário prevê o futuro de uma forma diferente; umas mais úteis que as outras. Afinal, prever o futuro especificamente dos seus cachorros não vai te ajudar a matar muita gente …

O volume final de Diário do Futuro, o número 12, estará nas bancas a partir de janeiro. Não perca!

#1 – Jogos Vorazes (The Hunger Games, 2008)

O maior sucesso mundial do momento (exagero?), Jogos Vorazes poderia muito bem ser só mais um desses livros de adolescente, alvo fácil de críticas por quem quer mostrar que tem cultura e “não lê esse tipo de bobagem”, mas no fim das contas é uma história sólida sobre política e injustiça social. Com o bônus de ter adolescentes se matando, o que torna tudo muito melhor.

Na verdade, a trilogia é um guia de caça de pássaros. Não sigam o exemplo.
Na verdade, a trilogia é um guia de caça de pássaros. Não sigam o exemplo.

Jogos Vorazes tem de tudo. Em um futuro pós-apocalíptico (check!), o governo opressor (check!), punindo o povo pobre e faminto (check!) após uma revolta, organiza uma batalha campal até a morte (check!) transmitida pela televisão (check!). Após sua irmã menor ter sido sorteada para participar desta edição, Katniss Everdeen se oferece em seu lugar (check!), e é assim que começamos a história.

Mas o mais importante de tudo isso é: Tem Jennifer Lawrence no filme!

CHECK!!
CHECK!!

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Não perca, pois, em breve, mais uma batalha mortal vai explodir as bancas (não dá pra parar!!), com BTOOOM! Pela JBC!