Categoria: Matérias

Conheça Lucifer and the Biscuit Hammer!

Você acorda num dia qualquer e, do nada, é chamado para defender a Terra da destruição. O que ameaça a existência do planeta é um gigantesco martelo que paira sobre ele. Mas… onde está esse martelo, que ninguém vê?


Ali, ó! Olha lá no céu!

Agora você é o protetor do planeta e da princesa. Mas a princesa também só quer ver o mundo ser destruído. O que você faria? Yuuhi Amamiya, o protagonista da história, decide ajudar a princesa em sua missão destrutiva. E é assim que se inicia essa “jornada do herói” às avessas em Lucifer and the Biscuit Hammer!

“Hoshi no Samidare”, ou “Lucifer and the Biscuit Hammer” (ambos títulos originais do mangá), de Satoshi Mizukami, foi publicado na revista seinen Young King Ours (a mesma de Hellsing), de 2005 a 2010, e tem dez volumes. É uma história que brinca com as características de mangás shonen, como Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho, combinando batalhas épicas pela proteção do planeta, com muita sátira e humor.

Capa do volume 1 japonês.
Capa do volume 1 japonês.

O mangá foi anunciado no último Henshin+, o evento anual da Editora JBC, junto de Prophecy e do aguardado Yu Yu Hakusho, e chegará às bancas ainda em 2014. Não perca!

1º de Abril no mundo dos mangás

Sabia que no Japão o 1º de Abril é mais do que o Dia da Mentira? A data também indica o começo de um novo ano fiscal e normalmente as aulas começam por volta dessa época. Para os alunos japoneses o ano só começa a partir do comecinho de Abril.

Parabéns a todos aniversariantes!
Parabéns a todos aniversariantes!

Além disso, a data é bastante querida por alguns mangakás, que escolheram o 1º de Abril como aniversário de seus personagens. É o caso da Chachamaru, a robôzinha cheia de segredos e assistente de Evangeline McDowell, do mangá Negima, de Ken Akamatsu.

O mestre Masami Kurumada também escolheu o dia para celebrar o dia de nascimento de Kiki, de Cavaleiros do Zodíaco, que comemorou muitos aniversários até chegar ao posto de Cavaleiro de Áries, em Saint Seiya Omega. E pensar que ele era apenas o estagiário do Mu, hein?

O cãozinho de 1º de Abril do CLAMP marca presença.
O cãozinho de 1º de Abril do CLAMP marca presença.

Mas as campeãs de afinidade com o 1º de Abril são as meninas do CLAMP! Ano passado elas criaram, como uma brincadeira, a Shigatsu Tsuitachi CO. (Corporação Primeiro de Abril) e agora, em 2014, resolveram oficializar o dia como um dia comemorativo do CLAMP, e receberam dezenas de imagens e mensagens dos fãs no Twitter. Entre os personagens aniversariantes temos os protagonistas Sakura Kinomoto (Card Captor Sakura) e Kimihiro Watanuki (xxxHolic).

Alguém aí também fazendo aniversário hoje? Não vale mentir!

Conheça Prophecy (Yokokuhan), novo lançamento da JBC

No último sábado aconteceu o Henshin+, o evento anual da JBC, no qual aconteceu o lançamento oficial de Sailor Moon no Brasil, uma roda de debates sobre quadrinhos nacionais, e anúncios de futuros lançamentos da editora. E lá, a JBC revelou o mistério do sequestro do redator Henshin, Leo Kitsune, que quis atrapalhar a editora e revelar as surpresas do evento antes da hora.

A brincadeira do vídeo foi para anunciar o mangá Yokokuhan, de Tetsuya Tsutsui! A obra foi publicada na revista seinen Jump Kai, de 2011 a 2013. O título japonês vem do nome dado a criminosos que cometem crimes premeditados. Na França, onde o mangá foi um grande sucesso, o título adotado foi Prophecy.

Capa do volume 1 japonês.
Capa do volume 1 japonês.

Na história, o mais novo “viral” do famoso portal de postagem de vídeos são os vídeos de um misterioso homem que usa máscara de jornal e que anuncia os delitos que cometerá em um futuro próximo. Quando a polícia se dá conta de que os crimes estão realmente sendo cometidos conforme anunciados, o departamento anticrimes cibernéticos entra em ação para desmascarar o criminoso e deter futuros anúncios!

É um mangá que trata de temas recentes e relevantes, como o cyberterrorismo, o uso da internet para o crime, e ataques via internet como os do grupo Anonymous. Um suspense policial, em apenas 3 edições!

Título oficial: Prophecy;
3 Edições, completo;
Preço: R$ 13,90;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Impressão nas capas internas;
Média de mais de 200 páginas por edição;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Lançamento: Maio/2014.

O fim de Saint Seiya Omega

A turminha de Saint Seiya Omega.
A turminha de Saint Seiya Omega.

A saga de Kouga de Pégaso e seus amigos chega ao fim em março, segundo informações do site japonês Oricon. Saint Seiya Omega começou a ser exibido em abril de 2012 e deve ser encerrada com 97 episódios. Com base no universo criado por Masami Kurumada, Omega tem uma história original, feita para o animê, que, apesar de não fazer parte da mitologia, usa de elementos e personagens da série clássica.

A história se passa anos após os acontecimentos da saga final de Cavaleiros do Zodíaco, quando Seiya já é o lendário cavaleiro de ouro de Sagitário e um novo grupo de cavaleiros de bronze precisa defender Athena contra outras ameaças. São introduzidos novos personagens e inimigos, e até um sistema de elementos aplicados nos golpes, com suas vantagens e fraquezas.

Olá, eu não sou o Seiya!
Olá, eu não sou o Seiya!

O animê dividiu os fãs por causa da história e poderes diferentes da série clássica, mas seguiu com um certo sucesso, gerando sua própria série de mangá, que já compila um volume em tankobon.

Aqui no Brasil, a série está nas mãos da PlayArte, que disponibilizou em 2013 o primeiro box do animê, com 3 DVDs, e deve lançar o segundo ainda no primeiro semestre deste ano.

Henshin viu: RoboCop

Antes de começar a discorrer sobre o remake de RoboCop, dirigido pelo brasileiro José Padilha, é bom que se estabeleça: Este texto não é um comparativo entre as versões de 2014 e a de 1987, dirigida por Paul Verhoeven. O filme original é praticamente impecável, um marco do cinema de ação, e ponto. Mas aqui vamos falar do novo filme, levando em consideração apenas seus méritos individuais.

A produção conta com Joel Kinnaman (da série The Killing) no papel principal do policial Alex Murphy/RoboCop, Abby Cornish (Sucker Punch) como sua esposa Clara, Michael Keaton como o diretor da Omnicorp Raymond Sellars, Gary Oldman como o Dr. Norton e Samuel L. Jackson como o âncora televisivo Pat Novak. A obra dirigida por Padilha estreia no Brasil hoje, 21 de fevereiro.

A Redação Henshin assistiu o filme a convite da Sony Pictures e da Revista Preview.

–Novos temas, para novos tempos

RoboCop é um filme político, como não poderia deixar de ser. Além de ser remake do já politizado longa original, é dirigido por Padilha, de Tropa de Elite e Ônibus 174.

Cartaz japonês, porque aqui é a "Henshin", não o "Transform"!
Cartaz japonês, porque aqui é a “Henshin”, não o “Transform”!

Aqui, o tema parece ser o controle. Controle sobre a produção e distribuição de armamento militar. Controle sobre a repressão ao crime e à violência. Controle sobre a política interna e externa. E, acima de tudo, controle sobre a opinião pública.

E isso se dá não apenas na esfera de personagens “pequenos” neste mundo, como Alex Murphy, que é apenas um policial investigando o possível envolvimento da polícia no roubo e tráfico de armas; como também em um nível “macro”: Uma grande empresa, a Omnicorp, que já espalhou seus produtos (robôs e drones de combate militar) pelo mundo, menos nos EUA, onde há uma lei que proíbe esta prática, e precisa fazer com que a opinião pública pressione o Senado para que a lei seja revogada. Para isso, eles se utilizam da televisão (através do personagem de Samuel L. Jackson, uma paródia da Fox News americana, de extrema direita conservadora), e do RoboCop, um robô que é ao mesmo tempo humano, ou pelo menos pensa ser.

A alta cúpula da Omnicorp, a OCP.
A alta cúpula da Omnicorp, a OCP.

São temáticas relevantes para os dias de hoje, mas o problema aqui é: Qual o contexto? Por que os EUA estão em Teerã? Em que os homem-bomba do início do filme acreditam? E, mais importante, qual o nível de criminalidade da cidade de Detroit? A cidade tem seus criminosos, laboratórios de drogas, policiais corruptos, etc.; porém é uma cidade limpa, bonita, moderna e praticamente pacífica. Além de um ou dois ladrõezinhos que o RoboCop prende, o resto se concentra em seus próprios esconderijos, nunca ameaçando a população. O filme nunca nos faz realmente sentir a necessidade de um robô para combater o crime, o que seria fundamental.

Mesmo com um certo didatismo, é interessante notar como a figura do RoboCop é o centro de tudo. Ele representa o perigo do uso errado de tecnologias criadas com boas intenções, já que o Dr. Norton, de Gary Oldman, desenvolve próteses robóticas que substituem membros amputados, mas acaba desenvolvendo uma arma. Representa a mão pesada do Estado e das grandes organizações, controlando o homem. Mas, mais que uma arma, o RoboCop aqui é um produto. Todas as decisões que vão afastar e irritar os fãs do filme antigo partem desse princípio, de que este RoboCop é manipulado pelo sistema a ponto de ser apenas uma jogada de marketing para que os robôs pareçam mais amigáveis. Por isso a cor preta (menos “polícia” e mais “cool”), a mão humana (evidência de humanidade) e a arma de choque (se não é letal, não há porque ter medo).

Mesmo assim, a armadura cromada é bem mais legal!
Mesmo assim, a armadura cromada é bem mais legal!

Mas tudo isso faz parte do lado “cabeça” do filme. E o “bang-bang”?

–“Vivo ou morto, você vem comigo.”

Quando é pra ser realmente divertido, RoboCop consegue. O filme conta com algumas boas cenas de ação e tiroteio, com destaque para o primeiro teste real de combate do RoboCop (cuja trilha sonora pode soar estranha para muitos), e uma cena de tiroteio no escuro, que praticamente simula a lógica de jogos de tiro em primeira pessoa (uma relação entre a automatização da polícia e a banalização da violência nos videogames?).

As cenas são tão boas que fica a sensação de que deveria ter mais. O longa demora para “começar”, reservando boa parte de sua introdução ao desenvolvimento do “produto” RoboCop (o que lembra bastante Batman Begins), e quando a ação parte para as ruas de fato, as cenas são esparsas. Talvez um maior equilíbrio entre a parte socio-política e a ação beneficiaria a obra.

A famigerada mão humana do RoboCop.
A famigerada mão humana do RoboCop.

Outro problema acaba sendo o astro da produção. Joel Kinnaman não tem um pingo de carisma. Ele passa o filme todo praticamente inexpressivo; e dessa vez não existe a desculpa de “ele é um robô!”, pois a base do conflito aqui é a luta de seu lado humano contra sua programação. Um ator um pouco melhor ajudaria bastante a fazer com que o público se importe com a ação.

E quanto à maior preocupação dos fãs antigos, a violência: Sim, é um filme com censura 14 anos (PG-13, nos EUA), por isso não tem praticamente uma gota de sangue sequer. Porém, aí está mais uma relação com o Batman de Christopher Nolan: ele é um filme violento, mesmo sem sangue; principalmente a sequência de abertura em Teerã (preste atenção ao que acontece ao filho do homem-bomba, fora da tela).

–Vale a pena?

Muito, mas só se você conseguir desligar a sua memória do filme original. E não por ser “inferior” ou “ruim”. Mas por serem filmes diferentes, com propostas diferentes, em épocas diferentes, que apenas partem do mesmo princípio: “Uma empresa ligada ao governo transforma um homem em máquina”.

O RoboCop de Padilha é um bom filme, e ótima porta de entrada para o diretor brasileiro em Hollywood.

Cartaz nacional.
Cartaz nacional.

Conheça BTOOOM!, o próximo lançamento da JBC

Em breve você poderá ter em mãos uma das primeiras novidades da JBC para 2014: o mangá survival BTOOOM!, de Junya Inoue. A obra começou a ser serializada na revista Comic Bunch em 2009 (primeiro na semanal, depois na mensal), e tem 13 volumes publicados até o momento lá no Japão. No fim de 2012 foi ao ar a adaptação em animê, em 12 episódios, com produção do estúdio Madhouse, o mesmo de Death Note e da nova versão de Hunter x Hunter.

Agora, a Editora JBC vai arrebentar e publicar o mangá aqui no Brasil! É mais uma obra na linha dos thrillers de ação e suspense como Diário do Futuro e Jogo do Rei; além de ser o segundo melhor mangá para trocadilhos temáticos, depois de Super Onze (que foi um golaço editorial, devemos acrescentar).

Agora é hora de apertar start e entrar no jogo!

O game

No mangá, “BTOOOM!” é um jogo de videogame criado pela Tyrannos Entertainment, que, com esse nome, só pode ter o Dr. Evil como presidente. Nele, os jogadores devem formar times e se enfrentar em arenas ao estilo Counter Strike, porém, em vez de rifles e pistolas, o jogador deve usar somente bombas chamadas BIM. Ou seja: partidas inteiras gritando “Fire in the hole!!” no ouvido do seu time. Diversão!

Existem diversos tipos de BIM; como, por exemplo, a “Cracker BIM”, uma bomba simples que explode ao fazer contato; a “Timer BIM”, que explode após uma contagem de tempo; ou a “Remote Control BIM”, que pode ser usada como armadilha e ativada à distância.

Tem também o Mr. BIM, pronto pra te matar.
Tem também o Mr. BIM, pronto pra te matar.

Nenhum jogador escolhe qual tipo de BIM vai usar. É o jogo que decide, aleatoriamente, para cada jogador. As partidas são online, com até 32 jogadores. Cada um no seu sofá, confortavelmente, explodindo bombas de pixels sem nenhum risco pra ninguém. Não é?

Saindo da zona de conforto

Ryota Sakamoto é um dos melhores jogadores de BTOOOM! do mundo. Mas na “real life” é só mais um desses “NEETs”, uma, digamos, classe social japonesa, formada por caras que não estão nem trabalhando e nem estudando. Ryota é, basicamente, um inútil que joga videogame muito bem.

Não existe headshot no BTOOOM!, Ryota. Você está louco.
Não existe headshot no BTOOOM!, Ryota. Você está louco.

Até o dia em que ele acorda em uma selva e um homem que ele nunca viu na vida começa a jogar bombas contra ele. O mundo de Ryota vira de cabeça para baixo.

Ryota foi selecionado, sequestrado e jogado em uma ilha, na qual deve lutar pela sua vida nas mesmas regras do jogo de videogame, porém com bombas de verdade, e tirando vidas de verdade. E agora? Cadê aquele jogador frio e eficiente, matando “players” com as mais diversas táticas, sem se importar com as consequências? Ryota será capaz de, de fato, matar?

Se ele não for, com certeza muita gente lá será! Por isso, não perca BTOOOM! por nada! Nem que a banca exploda!

Em breve, nas bancas!!

Capa do Volume 1
Capa do Volume 1

Título oficial: Btooom!;
13 Edições, em andamento no Japão;
Preço: R$ 12,90;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Impressão nas capas internas;
Média de 184 páginas por edição;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Lançamento: Fevereiro/2013.

Intel Extreme Masters 2014

Começa hoje, 27, em São Paulo, a sétima edição da Campus Party Brasil, realizada no Anhembi Parque. Com a abertura dos portões programada para o meio-dia (e com muita gente na fila!), o evento de origem espanhola é um dos maiores no segmento de cultura e tecnologia. E, pela terceira vez, a feira geek abriga o Intel Extreme Masters, campeonato de games que é disputado por jogadores de todo o mundo.

E-sports já atraem multidões!
E-sports já atraem multidões!

A edição 2014 do Intel Extreme Masters São Paulo contará com partidas de Starcraft II e League of Legends. Os duelos de SC2, jogo de estratégia da Blizzard, acontecem entre 28/01 a 01/02, começando com quatro grupos em que os melhores seguem para os playoffs.

Starcraft 2 e suas unidades de combate.
Starcraft 2 e suas unidades de combate.

O destaque fica por conta do campeonato de LoL, MOBA da Riot, que costuma atrair uma multidão aficionada por e-sports à área dedicada ao IEM SP. O campeonato de League of Legends é todo no estilo mata-mata, em jogos “melhor de 3”, e conta com oito times: PaiN Gaming, Seven Wars e CNB e-Sports Club, todos do Brasil; Isurus Gaming e Furious Gaming, da Argentina; Lyon Gaming, do México; e Millenium, da França. Os americanos do Team Dignitas, que ocupariam o oitavo spot, tiveram problema com o visto para o Brasil e devem ser substituídos por alguma equipe brasileira, ainda não definida. As quarta-de-final de LoL ocorrem amanhã, 28, e as semis e finais na quarta-feira, definindo o campeão, que fatura 15 mil dólares em premiação.

Ah, todo carisma dos campeões de LoL!
Ah, todo carisma dos campeões de LoL!

O local onde ocorre o IEM SP 2014 é aberto ao público então fica fácil dar um apoio aos times brasileiros no seu game favorito. Será que o Brasil leva algum dos campeonatos esse ano? Para mais informações de como chegar ao evento, basta acessar este link do site da Campus Party.

Hearthstone entra em beta aberto

A Blizzard finalmente abre a portas de Hearthstone: Heroes of Warcraft para que os fãs possam testar o jogo livremente. O primeiro beta fechado saiu em agosto de 2013 e os convites foram sendo liberados para jogadores em levas cada vez maiores até dezembro do mesmo ano. Agora a produtora americana entra em 2014 lançando o beta aberto do game, como prometido na BlizzCon (leia aqui).

Poderes cósmicos e fenomenais... dentro de uma lâmpadazinha.
Poderes cósmicos e fenomenais… dentro de uma lâmpadazinha.

Na terça, 21, a Blizzard seguiu para sua fase de testes final, abrindo o beta sem restrições. Com o número maior de acessos ao jogo, espera-se descobrir e sanar mais bugs que forem sendo encontrados, além de testar a estabilidade dos servidores. Para participar desse beta, basta visitar o site do título, criar uma conta Battle.Net e baixar o instalador de Hearthstone. A página contém ainda links para um Guia de Jogo, fotos, vídeos e acesso aos fóruns em português.

Tela de seleção de classe.
Tela de seleção de classe.

Com base no universo de Warcraft, Hearthstone: Heroes of Warcraft coloca o jogador no papel de uma das nove classes características da franquia e o faz duelar online em um jogo de cartas contra outros jogadores de todo o mundo. Ao melhor estilo Magic: The Gathering, o jogador pode customizar seu baralho e descobrir estratégias de combate contra cada adversário. Com sistema free-to-play, em que o jogo é disponibilizado gratuitamente, novas cartas podem ser adquiridas tanto com pontos ganhos em partidas quanto na loja ingame, que vende pacotinhos virtuais que variam de R$6,50 a mais de R$100,00.

Campo de batalha das cartas!
Campo de batalha das cartas!

O jogo faz parte de um tipo de “volta as origens” da empresa, uma gigante da indústria de games que, acostumada a desenvolver títulos de grande porte ao custo de milhões de dólares, resolveu juntar uma pequena equipe criativa para criar um projeto paralelo, dando origem a Hearthstone. Segundo Rob Pardo, executivo-chefe de desenvolvimento da Blizzard, com equipes menores a empresa pode se focar em projetos mais experimentais e aproveitar melhor oportunidades e tendências do mercado, em ciclos de produção muito menores.

Se depender do sucesso de Hearthstone, dá para apostar que esse é um caminho em que a produtora vai investir bem mais daqui para frente. Um joguinho novo da Blizzard por ano? É, dá pra se acostumar com a ideia.

Top 7 – Só pode haver um!

BTOOOM! está chegando! Este mangá que é um estouro (desculpem, é inevitável) conta a história de um jogo de vida ou morte na vida real, o famoso e clássico “battle royale”, onde pessoas são mandadas a uma ilha e devem competir até a morte, mas nesse caso com as mesmas regras do fictício game “Btooom!”, onde apenas bombas são as armas permitidas.

Muitas e ótimas histórias já foram contadas neste estilo, então, pra começar o ano arrebentando (é mais forte do que nós!!), vamos com sete recomendações no Top 7!

Por que sete? Porque sim!! BTOOOMMM!!

#7 – Batte Royale (1999)

Você nem esperava ver essa obra nesta lista, né? Pois é, a Henshin tá aqui pra isso. Pra surpreender.

Apesar de o termo “battle royale” ter sido criado antes e já ser usado em competições, por exemplo, de luta livre, o livro/mangá/filme japonês é a primeira coisa que vem à mente pra muita gente.


A versão americana, em vez de colegiais japoneses, tem caras musculosos de sunga. Fica a seu critério…

O clássico livro japonês foi publicado pela primeira vez em 1999, e era tão violento e gráfico que até o Parlamento do Japão desaprovou o livro. E o que acontece quando as autoridades criticam algo? Isso mesmo: Sucesso absoluto. Além disso, houve os filmes e o mangá, publicado por aqui pela Conrad.

A história você já conhece. A garotada de uma certa escola é jogada em uma ilha com armas à vontade e a única regra é: Só pode sobrar um. São páginas e mais páginas de adolescentes se matando das maneiras mais criativas possíveis. Professores de todo o Japão disseram que isso é errado, mas nós não acreditamos neles.

#6 – Deadman Wonderland (2007)

Deadman Wonderland não só é um herdeiro da tradição de “Battle Royale” como é também uma arena de gladiadores moderna (que, de certa forma, é também um tipo de battle royale, não?), já que o “jogo da morte” da vez é em uma prisão-parque-temático (não pergunte) na qual os presos, obviamente, lutam até a morte, sendo assistidos por ricaços que querem ver sangue. Um UFC mais sincero, digamos.

Neste mangá, de autoria de Jinsei Kataoka e ilustrado por Kazuma Kondou, publicado por aqui pela Panini, o personagem principal é um garoto, desses típicos protagonistas amedrontados, que é jogado na prisão por um crime que não cometeu – matar todos os alunos de sua classe… bobagem… – e agora ele quer provar sua inocência nesta chacina, participando de várias outras chacinas.

Porque, se a matança é aprovada por caras ricos, então tudo bem. O mundo tem dessas.

#5 – O Sobrevivente (The Running Man, 1987)

Mais jogo da morte! Mais prisioneiros! Mais matança! Mas “O Sobrevivente” é diferente, pois entende que não é só a elite que quer ver sangue. O povão também!

"Corta pra mim!!"
“Corta pra mim!!”

No filme temos um reality show, O Sobrevivente, estourando de audiência (hein? hein?), no qual condenados lutam por suas vidas para milhares de pessoas assistirem pela TV. Ou você não acha que o Big Brother ficaria bem mais interessante se os participantes tivessem umas metralhadoras e motosserras? Apesar de que, só de ter o Ahhhnold Schwarzenegger no elenco, já é bem mais interessante que o BBB.

O longa-metragem é baseado em um livro de Stephen King, e ao que parece, deixou muito das mensagens sociais do livro de lado, e focou mais em batalhas bizarras em sequência. Resultado: Um clássico do trash. Toma essa, King.

#4 – Kamen Rider Ryuki (2002)

Kamen Rider em um jogo da morte? Pois é. Na série Kamen Rider Ryuki, a terceira série de televisão da retomada da franquia em 2000, existem 13 Riders, que devem se enfrentar em uma série de batalhas em um mundo alternativo, e o vencedor poderá realizar um desejo.

É bonequinho pra caramba!
É bonequinho pra caramba!

Os Riders lutam contra monstros também, é claro. Inclusive, cada Rider tem um monstro próprio (o principal tem um dragãozão!!). Mas aqui nesta lista, o que interessa é que tem um monte de Kamen Riders se batendo, e rolam até alguns combates fatais! Rider matando Rider! Ô loco!

#3 – Highlander (1986) – com colaboração do Pedro Catarino

E agora, mais um clássico! Em Highlander, um grupo de imortais vive um ciclo de disputas e conflitos, no qual todos devem se enfrentar e derrotar seus oponentes através da decapitação. Espadas, cabeças rolando e sotaque escocês. Isso é um filme! É impossível não lembrar da frase clássica da produção: “Só pode haver um!!”, uma expressão que resume bem o espirito desse tipo de obra.

E tem o Christopher Lambert de kilt, também, se isso lhe interessar.
E tem o Christopher Lambert de kilt, também, se isso lhe interessar.

Mesmo que hoje possa parecer datado e com um ritmo um pouco lento demais, o visual ainda impressiona e conquistou público e crítica em sua estreia na década de 80. O sucesso foi tamanho que abriu a porta para diversas sequências de qualidade duvidosa, séries de televisão, games e quadrinhos. No final das contas, nenhum material extra conseguiu chegar aos pés do original. É, parece que só pode haver UM mesmo! (Intervenção do Cassião “Bacanudo” Medauar! – Frescura do redator. O 3 e o 4 são bem honestos, e a série de TV é bem legal também).

#2 – Diário do Futuro (Mirai Nikki – 2006)

Um dos sucessos absolutos da JBC em 2013, Diário do Futuro é um mangá envolvente e intrigante, onde 12 pessoas ganham, cada uma, um “diário do futuro” (não, sério?!) na forma de um telefone celular, salvo exceções, que pode prever o futuro. Isso já bastaria para uma história interessante, se não fosse o Deus Ex Machina, o ser que organizou tudo isso, fazendo com que todos esses portadores se enfrentem até a morte, para que o vencedor se torne Deus!

O que se segue são diversas batalhas inusitadas, nas quais cada um tenta criar armadilhas contra seu oponente usando as previsões do futuro, e as mudanças no futuro causadas pelas suas ações. Além disso, cada diário prevê o futuro de uma forma diferente; umas mais úteis que as outras. Afinal, prever o futuro especificamente dos seus cachorros não vai te ajudar a matar muita gente …

O volume final de Diário do Futuro, o número 12, estará nas bancas a partir de janeiro. Não perca!

#1 – Jogos Vorazes (The Hunger Games, 2008)

O maior sucesso mundial do momento (exagero?), Jogos Vorazes poderia muito bem ser só mais um desses livros de adolescente, alvo fácil de críticas por quem quer mostrar que tem cultura e “não lê esse tipo de bobagem”, mas no fim das contas é uma história sólida sobre política e injustiça social. Com o bônus de ter adolescentes se matando, o que torna tudo muito melhor.

Na verdade, a trilogia é um guia de caça de pássaros. Não sigam o exemplo.
Na verdade, a trilogia é um guia de caça de pássaros. Não sigam o exemplo.

Jogos Vorazes tem de tudo. Em um futuro pós-apocalíptico (check!), o governo opressor (check!), punindo o povo pobre e faminto (check!) após uma revolta, organiza uma batalha campal até a morte (check!) transmitida pela televisão (check!). Após sua irmã menor ter sido sorteada para participar desta edição, Katniss Everdeen se oferece em seu lugar (check!), e é assim que começamos a história.

Mas o mais importante de tudo isso é: Tem Jennifer Lawrence no filme!

CHECK!!
CHECK!!

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Não perca, pois, em breve, mais uma batalha mortal vai explodir as bancas (não dá pra parar!!), com BTOOOM! Pela JBC!

Franquia de Magic: The Gathering pela Fox

Meu sonho era aparecer na telona!
Meu sonho era aparecer na telona!

Pegando todo mundo de surpresa, a Fox adquiriu junto à Hasbro os direitos para versões cinematográficas do card game Magic: The Gathering. O estúdio americano pretende criar uma série nos moldes de Harry Potter e O Senhor dos Anéis, e por isso escolheu o roteirista/produtor Simon Kinberg, de X-Men 3 (2006), Sherlock Holmes (2009) e Elysium (2013), para levar o projeto adiante.

Anjo Serra, carta icônica da série.
Anjo Serra, carta icônica da série.

Magic: The Gathering foi criado em 1993 por Richard Garfield para a Wizards of the Coast e até hoje se mantém como o mais influente jogo de cartas colecionáveis no mercado. O card game gira em torno de duelos entre feiticeiros que utilizam as magias e personagens representados em cartas ricamente ilustradas, divididas nas cores branca, azul, vermelha, verde e preta, para derrotar um ao outro. Com milhares de cartas e opções de montagem de decks (como são chamados os baralhos do jogo), os jogadores têm inúmeras possibilidades de estratégia ou estilo de jogo.

Com o passar dos anos, e a cada expansão lançada, a mitologia da franquia foi se desenvolvendo, com camadas adicionais de história se desdobrando em livros, quadrinhos e jogos para computador baseados em Magic. A película ainda não tem data de lançamento, então resta especular quais histórias serão base para os filmes. Alguém arrisca um palpite?