Categoria: Matérias

Franquia de Magic: The Gathering pela Fox

Meu sonho era aparecer na telona!
Meu sonho era aparecer na telona!

Pegando todo mundo de surpresa, a Fox adquiriu junto à Hasbro os direitos para versões cinematográficas do card game Magic: The Gathering. O estúdio americano pretende criar uma série nos moldes de Harry Potter e O Senhor dos Anéis, e por isso escolheu o roteirista/produtor Simon Kinberg, de X-Men 3 (2006), Sherlock Holmes (2009) e Elysium (2013), para levar o projeto adiante.

Anjo Serra, carta icônica da série.
Anjo Serra, carta icônica da série.

Magic: The Gathering foi criado em 1993 por Richard Garfield para a Wizards of the Coast e até hoje se mantém como o mais influente jogo de cartas colecionáveis no mercado. O card game gira em torno de duelos entre feiticeiros que utilizam as magias e personagens representados em cartas ricamente ilustradas, divididas nas cores branca, azul, vermelha, verde e preta, para derrotar um ao outro. Com milhares de cartas e opções de montagem de decks (como são chamados os baralhos do jogo), os jogadores têm inúmeras possibilidades de estratégia ou estilo de jogo.

Com o passar dos anos, e a cada expansão lançada, a mitologia da franquia foi se desenvolvendo, com camadas adicionais de história se desdobrando em livros, quadrinhos e jogos para computador baseados em Magic. A película ainda não tem data de lançamento, então resta especular quais histórias serão base para os filmes. Alguém arrisca um palpite?

Crítica – O Hobbit: A Desolação de Smaug

O segundo filme da franquia Hobbit marca a quinta vez em que o diretor neozelandês Peter Jackson nos leva para uma viagem ao universo criado por J. R. R. Tolkien. Até agora, foram três filmes (A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei) contemplando a trilogia de livros de O Senhor dos Anéis e dois (Uma Jornada Inesperada e A Desolação de Smaug) baseados no livro em volume único O Hobbit, com mais uma película (Lá e de Volta Outra Vez) agendada para o fim de 2014, fechando a série. Será que essa exposição prolongada ao mesmo mundo, somada ao fato de ter sido preciso esticar a história de um livro para que ele rendesse uma trilogia, acaba cansando o público?

O filme, com 161 minutos, só estreia amanhã, sexta-feira 13, mas para sua sorte, a Henshin desvenda agora mesmo essa e outras dúvidas para você!

Aventura mais do que esperada

Uma manhã de 35 graus. Assim começou o dia em que fomos assistir O Hobbit: A Desolação de Smaug. Apesar da roupa colada na pele por causa do calor insuportável, bastou entrar na sala do cinema e os primeiros acordes da trilha característica da série começarem a tocar, para nos sentirmos de volta, mais uma vez, no mundo cheio de vida da Terra Média.

Olá, eu sou o Gandalf. Você me conhece de filmes como...
Olá, eu sou o Gandalf. Você me conhece de filmes como…

Uma breve introdução traz um lampejo de Gandalf (Ian McKellen), um ano antes dos acontecimentos de Uma Jornada Inesperada, instruindo Thorin Escudo-de-Carvalho (Richard Armitage) a reunir os exércitos dos anões para retormar Erebor das garras do dragão Smaug, antes que o mal se concentre na região. O cenário deste primeiro encontro é um local que vem a ser visitado pelos hobbits de O Senhor dos Anéis futuramente e, de quebra, traz uma participação especial do diretor. Não pisque.

Voltando ao presente, Azog e seu grupo de orcs continuam no encalço dos 13 anões, do mago Gandalf e do hobbit Bilbo (Martin Freeman), que acabam procurando refúgio na morada do corpulento Beorn (Mikael Persbrandt). O transmorfo tem uma aparição rápida neste capítulo da franquia, mas deixa marcado seu auxílio aos anões por causa da repulsa que tem pelos maléficos orcs. A cena da transformação de urso para homem ficou especialmente bem feita e mostra o poder de fogo dos efeitos especiais da Weta Digital. Toma essa, Crepúsculo!

A partir daí, a trupe de Thorin entra em uma corrida contra o tempo para chegar até a Montanha Solitária e achar a porta secreta, que dá acesso seguro ao interior da fortificação, antes do Dia de Durin. Lá, o Escudo-de-Carvalho espera encontrar a Pedra Arken, gema mágica que simboliza o direito de reinar sobre os anões, para conseguir seu apoio.

A aventura, então, continua pela Floresta das Trevas, lar dos elfos silvestres. O local, que já foi uma floresta verde e cheia de vida, agora está tomado de influências sombrias, com um visual pálido e clima asfixiante. Além da desorientação que esse lado maligno da Floresta das Trevas conjura sobre os heróis, os novos moradores da região são aranhas gigantes devoradoras de carne. Abrimos um parêntese aqui para um aviso: cuidado aos que tiverem algum grau de fobia em relação a aracnídeos. A caracterização dos monstros ficou MUITO boa e os closes são generosos. Durante as cenas em que as aranhas aparecem, foi possível sentir uma certa tensão no ar na sala do cinema. Ugh!

Os anões e Bilbo acabam se encontrando com os elfos da floresta, governados pelo rei Thranduil (Lee Pace), pai de Legolas (Orlando Bloom) e que representa perfeitamente a nobreza e arrogância da raça élfica. Vale lembrar que este ainda é um período em que o relacionamento entre elfos e anões ainda era bem conturbado, gerando faíscas entre Thranduil e Thorin.

Olhe bem nos meus olhos élficos!
Olhe bem nos meus olhos élficos!

Por falar em Legolas, muita gente temia, por causa dos trailers, que esse fosse um “Legolas movie”, mas dá para dizer que não é o caso. Obviamente quiseram se aproveitaram do fato de o arqueiro élfico ser um ícone da Terra Média para muitas pessoas, ainda mais depois do sucesso de O Senhor dos Anéis, que projetou ainda mais sua popularidade. A força da imagem de Legolas, aliada ao carisma de Ian McKellen como Gandalf, fazem com que a transição de público de SdA para Hobbit se torne bem mais fluida. Então, sim, sua participação foi bastante estendida quando comparada ao livro, mas está tudo muito bem diluído nas quase três horas de filme, não ficando nem cansativo, nem forçado demais. Bloom, apesar de mais experiente (ó, eufemismo!), continua encarnando perfeitamente o galã, mas é possível ver claramente um pouco do efeito de rejuvenescimento semelhante ao usado em Cate Blanchett ser aplicado ao ator em diversas cenas.

Contemplem, fãs de Lost!
Contemplem, fãs de Lost!

E, se o tema for polêmica, temos que citar a personagem Tauriel (Evangeline Lilly), exclusiva da versão cinematográfica de O Hobbit. Assim que souberam da inclusão da nova personagem, muitos fãs torceram o nariz, mas é impossível negar que ela tem uma papel importante para a obra: ser uma personalidade feminina forte, para contrastar com o cast predominantemente masculino da saga. Para criar uma identificação com o público feminino, Jackson escolheu construir Tauriel como uma elfa que tem uma pitada de Éowyn e um outro tanto de Arwen (ambas de O Senhor dos Anéis). Embora para alguns de nós seja difícil separar a imagem de Kate (da série Lost) da atriz canadense, Evangeline realiza o papel com competência e faz a personagem crescer durante o filme.

Em um jornada secundária, a trama segue o caminho de Gandalf, que parte para o sul a fim de descobrir a verdadeira identidade do Necromante, e do porque de hordas de orcs estarem aparecendo por todos os lugares após sua presença sombria ter se estabelecido na Colina da Bruxaria.

Anões alinhados, senhor!
Anões alinhados, senhor!

O filme ainda passa por outros lugares, como a Cidade do Lago e Erebor, a Montanha Solitária, revelando alguns personagens novos, mas que também ocupam os holofotes em O Hobbit: Bard e Smaug. Bard é descendente dos homens de Valle, cidade que foi destruída por Smaug na sua conquista sobre a Montanha Solitária, é extremamente habilidoso com o arco e flecha e se torna peça vital na viagem dos anões. Personagem querido dos fãs da saga, é interpretado por Luke Evans, que acerta o ponto na caracterização do arqueiro.

Face a face
Face a face

Smaug, por sua vez, é um capítulo a parte. O badalado Benedict Cumberbatch cede a voz e o corpo (via motion capture) para que o terrível dragão Smaug ganhe vida. O visual e a grandiosidade do dragão ficaram impressionantes e, como fãs das histórias de Tolkien, podemos afirmar com todas as letras que é tudo que sempre sonhamos! Toda cena de interação de Smaug com Bilbo, além de divertida, dá o tom de diversas escalas: a diferença abissal de tamanho, o volume do tesouro em Erebor e, claro, dois intelectos duelando com palavras. Não chega a ser um “Charadas no Escuro”, mas as baforadas de fogo do dragão compensam a falta do carismático Gollum.

Falta muito pro próximo?
Falta muito pro próximo?

Considerações finais e a desolação da espera

A sensação que se tem ao assistir esse segundo capítulo da saga de O Hobbit é quase que a mesma de ver O Império Contra-ataca (Star Wars, Episódio V). O senso de urgência, a ascensão e o sentimento de total impotência ao fim da história, fazem com que mesmo quem já leu o livro fique na ponta da poltrona. Apesar de tudo, o filme abraça sua origem infanto-juvenil, com diversas situações de humor ou ação mais carregadas que seriam vistas com maus olhos em O Senhor dos Anéis, mas que aqui se encaixam perfeitamente. Mas, já é possível visualizar a sombra que começa a cobrir as terras e quanto isso vai mudar o mundo até o momento em que Bilbo entrega o Um Anel ao seu sobrinho Frodo. O filme é bem construído tanto quando se analisa a história contida nele, ou quando colocamos ele como uma peça na trilogia e até mesmo na “hexalogia”. Mesmo tendo o benefício de estar apoiado em séries de livros que foram criados e então alterados para se interligarem, Peter Jackson dá um show ao transpor, a sua maneira, tudo isso para as telas, mostrando como se faz um prequel de qualidade. Mas, ei, o papo de Terra Média vs hexalogia Star Wars fica para uma próxima, ok?

Dando uma sentença final, é um filmaço, tão bacana quanto o primeiro, mas indo além. Enquanto Uma Jornada Inesperada foi um capítulo introdutório, apresentando e dando espaço para cada um dos personagem ter o seu momento de brilhar, A Desolação de Smaug fecha o escopo, focando nas inter-relações entre alguns dos heróis. As conversas entre Thorin e Balin põem em cheque o quanto vale um sonho e o valor das pessoas; O trio Tauriel, Legolas e Kili expõe a amizade, o amor e a honra; Por fim, Gandalf e Bilbo, cada um do seu modo, mostra a importância das pessoas no mundo e dão a deixa do que vem a seguir.

Um mundo de verdade!
Um mundo de verdade!

O cuidado com os detalhes, os cenários magníficos e até o 3D, mesmo usado algumas vezes para aquelas cenas manjadas de coisas voando para dentro ou fora da tela, ajudam a completar a imersão, nos colocando dentro do mundo imaginado por Tolkien. Detalhe: a última palavra dita no filme é “morte” e resume bem o que vai ser esperar por Lá e de Volta Outra Vez, agendado para dezembro do ano que vem. Agora, é esperar pela conclusão e pedir para o bom velhinho que convença Jackson a dar um chance para alguma das histórias de O Silmarillion, afinal, nesta época de Natal, não custa sonhar.

Tem mais?
Tem mais?

(Sugerimos que leia o texto a seguir apenas depois de ver o filme)

Bônus: O bom, o mau e… a dúvida?

  • O melhor: O olho. O olho! O OLHO!!
  • O pior: câmera em primeira pessoa no estilo GoPro na cena da descida de barril foi completamente desnecessária, destoando completamente do clima do filme. Fora que, obviamente, se os anões tivessem o ouro necessário para comprar uma câmera mágica, iriam preferir gastar tudo em cerveja!
  • O divisor de opiniões: A elfa silvestre Tauriel. O personagem da atriz Evangeline Lilly acaba sendo importante no filme ao fazer o papel de ponte de ligação entre núcleos de heróis e lugares. Faz principalmente a conexão inicial de amizade entre elfos e anões, à frente de seu companheiro de batalhas, Legolas, que só vem a se afeiçoar aos bebedores de cerveja mais adiante na história da Terra Média. Apesar disso, falta um tanto de personalidade a Tauriel, que começa muito solta, mesmo para o padrão do “elfo à frente de seu tempo”, chega a evoluir consideravelmente, mas acaba terminando mais próxima de uma Arwen (interpretada por Liv Tyler em O Senhor dos Anéis) com doses extras de adrenalina.

Grande Guia Fairy Tail, p***@!!!

Em 03 de novembro de 2010 chegava às bancas Fairy Tail nº 1! A obra de Hiro Mashima já tem uma forte base de fãs no Brasil, e nós, da JBC, estamos entre eles!

É hora de relembrar o caminho pelo qual passaram Natsu, Happy, Lucy, Elza, Gray e todos da guilda mais badass de Earthland, em nosso completíssimo Guia Fairy Tail!

O começo (volumes 1 e 2)

Somos introduzidos a esse mundo mágico através dos olhos de Lucy Heartfilia, uma feiticeira celestial que sonha entrar para a Fairy Tail, a mais famosa e mais forte guilda de magos da região (basicamente, caras ultrapoderosos em um boteco). O encontro com Natsu Dragneel, um mago matador de dragões, é apenas o ponto de partida para todas as aventuras.

Muitos acreditam que Lucy é a verdadeira protagonista do mangá, e uma boa evidência é a primeira missão da dupla: Encontrar e destruir um livro. É nesse arco que conhecemos um pouco mais da Lucy, seu gosto por literatura e suas magias de portais celestiais.

Lullaby e o Livro de Zeref (volumes 2 ao 4)

Elza, a Titânia, é a próxima grande maga da guilda a aparecer, convocando o grupo para uma missão arriscada: bater de frente com a guilda das trevas Eisenwald. E é assim que conhecemos mais sobre esse universo, sua organização política controlada pelo Conselho Mágico, e as guildas consideradas fora-da-lei.

Além disso, desbaratar os planos da Eisenwald revela mais um pedacinho de mitologia da série: a flauta Lullaby invoca um monstro do Livro de Zeref. E se você conhece Fairy Tail, sabe que Zeref será muito importante daqui pra frente.

Ilha Galuna e o passado de Gray (volumes 4 ao 6)

Quando Lucy e Natsu decidem aceitar uma missão Classe S na Ilha Galuna, são seguidos por Gray, que queria impedi-los de realizar uma missão tão arriscada. Ela envolve deter um monstro adormecido em um esquife de gelo: Deliora.

E por coincidência, o arquiteto do plano é Lyon, amigo de infância e parceiro de treinamento do Gray. Conhecemos, assim, o passado de Gray, o trauma da morte da sua mestra, e de onde diabos vem a sua mania de ficar pelado a todo momento. É, algumas revelações são mais relevantes que outras…

Phantom Lord e as lágrimas de Lucy (volumes 6 ao 9)

Natsu, Lucy, Happy, Elza e Gray voltam da Ilha Galuna e se juntam aos seus amigos numa grande fest… Nada disso! Boom! O prédio da Fairy Tail é destruído pela guilda rival Phantom Lord, e uma grande batalha começa.

A Phantom Lord tem praticamente a mesma configuração da Fairy Tail: Ambas têm quatro magos de Classe S, um matador de dragões, e seus líderes fazem parte dos Dez Magos Sagrados. Não é uma batalha fácil.

Mas… por que essa batalha começou? Descobre-se que todo esse caos foi encomendado pelo pai da Lucy, a fim de trazê-la de volta para casa (Você odeia quando seu pai te dá bronca na frente dos seus amigos? Você não sabe de nada.). Lucy vem de uma família abastada e seu pai queria que ela continuasse o legado do clã. E temos mais um momento decisivo para a personagem principal de Fairy Tail (pronto, falei!): Lucy não se intimida, bate o pé e impõe sua vontade. As mulheres de Fairy Tail são sempre demais!

A Torre do Paraíso e o triste passado de Elza (volumes 10 ao 13)

Férias! Descanso! Cassino! Divers–Boom!!! Surprise, motherf****r! Elza sequestrada! E por ninguém menos que os seus ex-amigos de infância.

E é assim que conhecemos o passado de Elza Scarlet, praticamente uma escrava na construção da Torre do Paraíso. Em uma tentativa de fuga, Elza é a única que consegue escapar, e seus amigos a consideram uma traidora. Elza reencontra Jellal, o autor do plano de seu sequestro, e a galera da Fairy Tail vai resgatá-la.

O plano, na verdade, era provocar o Conselho Mágico a usar o Etherion, uma arma mágica de destruição em massa, para atingir a Torre (que na verdade era um gigantesco Lacrima – uma pedra mágica) e ativar uma mágica de ressurreição de Zeref (olha ele aí!!). Elza seria o corpo a ser sacrificado para a volta de Zeref.

Em meio a muitas lágrimas e sacrifícios, Natsu consegue absorver e, literalmente, comer o raio de Etherion, ativar a Dragon Force e dar uma surra no Jellal – que, então, volta a si, pois este tempo todo estava sob domínio das trevas de Zeref.

Laxus, Makarov, e a Fairy Tail (volumes 13 ao 16)

Agora finalmente vão deixar a Fairy Tail em paz, não é? Alguém? … Podemos prosseguir, mesmo? … OK, obrigado.

Festa em Magnolia! A guilda foi reconstruída, tem festival na cidade, todos estão felizes, e a Fairy Tail começa a ser conhecida como uma guilda “fanfarrona” e festeira. Legal, não? Mas Laxus não concorda (tinha que ter alguém…). Em sua opinião, a guilda virou uma piada. E ele quer o posto de Mestre para fazer as coisas votarem para o caminho certo.

E para isso, resolve prender a galera toda da guilda nos limites da cidade, e fazer com que lutem uns com os outros, enquanto os membros da guilda vão sendo derrubados, um a um, pela Tribo do Deus Trovão (os guarda-costas de Laxus).

Laxus sempre quis ter seu valor reconhecido, mas era apenas tratado como “neto do mestre da guilda”. Infelizmente, ele escolheu o caminho errado para provar isso. Resultado: Natsu desgraçado da cabeça dando um direto de direita (de fogo) na cara do Laxus. E Laxus expulso da guilda.

Mesmo assim, Makarov ainda reserva um momento para demonstrar que ainda ama seu netinho. Ooowwwnnn!

Oración Seis e a chegada de Wendy (volumes 16 ao 20)

A guilda das trevas Oración Seis começa a se movimentar, e o Conselho Mágico reúne quatro guildas, Fairy Tail, Lamia Scale, Blue Pegasus e Cait Shelter, para detê-la. É neste momento que conhecemos o melhor personagem do mangá.

ICHIYA!!!

~~le Parfum~~
~~le Parfum~~

… ah, e também aparece a Wendy, mas quem liga?

O plano da Oración Seis é encontrar e ativar o Nirvana, uma magia poderosíssima que transforma “luz” em “trevas”, “bem” em “mal”. E para encontrar o Nirvana, eles pretendem usar Jellal (adormecido desde os eventos da Torre do Paraíso).

Após intensas batalhas, o Nirvana é ativado, e o primeiro alvo é a guilda Cait Shelter, da Wendy. Na verdade, o líder da Cait Shelter é o criador original desta arma, que foi construída com boas intenções (transformar “trevas” em “luz”). Mas o ataque é impedido pelo trabalho de todos, o líder da Oración é derrotado pela Dragonforce de Natsu, e tudo fica bem.

No final, Wendy ingressa na Fairy Tail. Aquele lugar cheio de gente bêbada, encrenqueira e seminua. Obviamente o lugar ideal para uma menina de 12 anos de idade.

Edolas, do outro lado do espelho (volumes 20 a 24)

Já como integrante da Fairy Tail, Wendy encontra Mystogan, que na verdade é Jellal… de outra dimensão (insira voz do Saga de Gêmeos aqui)! Descobre-se que existe um outro mundo, em uma realidade paralela, chamado Edolas. Lá, existem versões diferentes de todas as pessoas, e o Mystogan era, o tempo todo, o “Jellal-de-Edolas”. A missão secreta do mago errante Mystogan era conter os portais Anima, criados pelo Reino de Edolas para roubar magia de Earthland (o mundo “normal”). Mas ele não conseguiu resistir por muito tempo, e toda a cidade de Magnolia foi sugada para Edolas… exceto os matadores de dragão, Natsu, Wendy e Gajeel, e os gatos Happy e Charle.

E descobrimos o passado dos gatos! É! Achava que eles eram só mascotes? Não!! Os gatos são da raça dos Exceed, os únicos seres com magia em Edolas, e haviam sido mandados para Earthland a fim de encontrar e trazer os dragonslayers para o reino, pois eles seriam usados como fonte de magia. Mas os gatinhos são traídos pelo reino e transformados, também, em fonte de magia.

Depois de rolarem altas confusões (desculpem, precisava fazer isso) entre a Fairy Tail de Earthland e a de Edolas, “Jellal-de-Edolas”, que é o príncipe perdido de Edolas, decide se passar por vilão, invertendo a polaridade do Anima para eliminar toda a magia do reino e acabar com a guerra. Mas Natsu interfere, e toma o papel de vilão, fazendo de Jellal “o herói que salvou Edolas da destruição, mesmo que às custas da nossa magia”, e assim todos os seres mágicos são mandados de volta à Earthland.

Classe S, Grimoire Heart e Zeref (volumes 24 a 30)

Hora de decidir quem será o novo membro de elite da Fairy Tail: Começa a prova de seleção de Magos Classe S!

Um grupo de magos da guilda é selecionado para ir à Ilha Sirius e participar de uma série de combates para decidir quem é o mais forte do momento, para se juntar à elite, que conta com Mirajane e Gildarts (que são examinadores nesta seleção).

Mas como nada pode ser tranquilo nessa guilda, tudo resolve acontecer ao mesmo tempo: um dos candidatos é, na verdade, um espião do Conselho Mágico, que planejava acabar com a Fairy Tail, e a guilda das trevas Grimoire Heart (liderada pelo segundo mestre da Fairy Tail, Precht, auto-denominado Hades) também planeja um ataque às fadas, com o objetivo de capturar e controlar o poder de Zeref. Ah, sim, é verdade: ZEREF está na ilha. O Mago Negro. A personificação da morte. O arauto do apocalipse. O coisa ruim. O cabrunco. Enfim, todas essas coisas ruins aí.

O objetivo da Grimoire Heart é alcançar a “quintessência da magia”, a “magia originária, ou magia una”, e assim, transformar tudo em um “Grande Mundo Mágico”, do qual os seres não-mágicos não fariam parte. Para isso, seria necessário o poder de Zeref, já que, de acordo com Precht, “a magia é oriunda das trevas”. Logicamente, a Fairy Tail é contra.

O embate final com Precht é acirrado, mas com os gatos destruindo a fonte de poder do Hades, e com Natsu comendo o trovão de Laxus,e formando o poder do Dragão do Fogo-Relâmpago, eles conseguem vencer.

O que não é o fim da batalha, já que todo esse conflito inesperadamente desperta o dragão Acknowlogia. A guilda toda se une para detê-lo, mas a consequência da batalha é a pior possível: A Ilha Sírius e todos os membros da Fairy Tail que estavam nela… desaparecem.

Ano X791, sete anos depois (volume 30 até o atual)

Na verdade, no momento crucial, a primeira mestra da Fairy Tail, Mavis, salvou todo mundo, congelando os membros da guilda. Mas 7 anos se passaram desde então e, com os magos mais fortes da Fairy Tail ausentes, a guilda perde moral, status, e poder. O mundo foi pra frente, a Fairy tail ficou pra trás.

Mas surge a chance de recuperar o tempo perdido: Os Grandes Jogos Mágicos! Porém, mistérios circundam a competição… e se você quer saber mais sobre isso, continue acompanhando Fairy Tail pela JBC!

Spoiler: Os dragões estão chegando!

E que venham mais muitos anos de Fairy Tail pela frente!

Aqui é Fairy Tail!!!
Aqui é Fairy Tail!!!

Jogo do Rei – Ousama Game: Todos os detalhes

Ousama Game é o próximo mangá de mistério da JBC! Com lançamento marcado para novembro, o mangá está quase pronto e já tem todos seus detalhes definidos. Confira abaixo tudo sobre o Jogo do Rei!

Título oficial: Jogo do Rei;
5 Edições, completo;
Preço: R$ 11,90;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Impressão nas capas internas;
Média de 184 páginas por edição;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Lançamento: Novembro/2013.

Capa do Volume 1
Capa do Volume 1

Similar ao nosso “Mestre Mandou”, “Ousama Game” – nome original do mangá e, literalmente, Jogo do Rei, em japonês – consiste em seguir as ordens de um participante previamente escolhido, ou sorteado, como “Rei”. As ordens, na teoria, podem ser qualquer coisa, mas geralmente são ações simples, com um possível tom cômico.

Tudo muda quando o “Rei” desta partida começa a exigir ações bastante exageradas e prometer punições severas aos que se negarem a cumpri-las. Todo contato entre o “Rei” e os participantes se desenvolve via mensagens de texto no celular, o que mantém o anonimato daquele por trás deste jogo cruel e proporciona um clima de tensão e mistério.

Não deixe de conferir!

Mais produtos de Sailor Moon

Enquanto a espera para o lançamento de Sailor Moon aqui no Brasil ainda está rolando, o pessoal no Japão está a todo vapor com cada vez mais produtos licenciados. Já anunciamos por aqui a coleção de miniaturas (http://henshin.com.br/2013/11/04/novas-figures-de-sailor-moon/), mas agora uma nova leva chegou, e podemos dizer que não é algo muito tradicional.

Para os fãs que não querem deixar de pensar na série em nenhum momento do dia, a Bandai traz um conjunto exclusivo de hashis inspirados no Moon Stick, Cutie Moon Rod e Pink Moon Stick, confira algumas fotos:

A pré-venda dos hashis já está disponível para os fãs japoneses e as entregas devem começar em março de 2014. Cada um dos produtos tem cerca de 22 cm e custa aproximadamente R$35,00.

Porém, as novidades não param por aí. O Moon Stick não ficou satisfeito em invadir suas refeições e também quer fazer parte de outros momento importantes da sua vida. Para conseguir tal feito, a Bandai preparou uma réplica em tamanho real! Confira um teaser:

A réplica tem cerca de 26 cm e apresenta várias funcionalidades, como um cristal com luzes LED que brilha em 7 cores diferentes. O maior atrativo do “brinquedo” está no conjunto de frases gravadas, que podem ser disparadas ao pressionar de um botão. A dubladora da série animada de 1992, Kotono Mitsuishi, gravou diversas frases clássicas e a produtora ainda prometeu algumas surpresas.

A pré-venda do produto ainda não foi liberada, mas os envios estão previstos para abril do ano que vem e, desta vez, a Bandai prometeu que ele estará disponível em lançamento mundial, acompanhando o novo animê.

E não deixe de conferir o segundo Diário Sailor Moon, vídeo no qual contamos passo a passo como anda a produção da aguardada versão brasileira do mangá Sailor Moon.

Novidades da BlizzCon 2013

Nos dias 8 e 9 de novembro, no Centro de Convenções de Anaheim (EUA), rolou a edição 2013 da BlizzCon, a feira temática das franquias de games da Blizzard. Misturando divulgação de novidades, concursos, campeonatos e até shows, o megaevento atrai fanáticos pela empresa de todos os cantos do mundo. Quem não consegue ir ao local, já que os ingressos antecipados se esgotam em minutos (sim, minutos!), acaba acompanhando os painéis e as disputas de e-sports por meio de streams no site oficial.

Entrada do evento antes da abertura dos portões
Entrada do evento antes da abertura dos portões

Neste ano, a gigante dos games focou-se em mostrar as primeiras informações das expansões de duas das suas maiores franquias, World of Warcraft e Diablo, e aproveitou para “hypar” mais dois novos jogos da empresa, Hearthstone e Heroes of the Storm.

PCs disponíveis com uma prévia de WoD
PCs disponíveis com uma prévia de WoD

No fronte de WoW, finalmente se revela a próxima atualização do game, a expansão Warlords of Draenor, que tenta renovar a franquia ao trazer de volta personagens dos primórdios da franquia Warcraft. A ideia é resgatar o ânimo dos jogadores do MMO (que caminha para o seu NONO aniversário) e mostrar um pouco da rica história do jogo para quem não jogou os primeiros jogos de estratégia da franquia, que está perto de completar 20 anos de existência. A previsão é que WoD seja lançada no final do primeiro semestre de 2014.

D3 no PS4!! Adoramos siglas!
D3 no PS4!! Adoramos siglas!

Diablo III também vai contar com uma expansão, sua primeira, que atende pelo nome de Reaper of Souls. A atualização traz diversas melhorias ao game, como novos modos de jogo, desafios, revisão de itens e poderes, além de uma nova classe de personagem, o Crusader. Além das versões já existentes para PC e PS3, foi confirmada e mostrada na feira a versão para PlayStation 4, rodando em 1080p a 60 frames por segundo! Ainda sem data confirmada, Reaper of Souls é esperado para o começo de 2014, mesmo período que foi divulgado o término do serviço de Casa de Leilões do jogo.

Palco das disputas no evento
Palco das disputas no evento

Com base no universo de Warcraft temos Hearthstone, card game digital no melhor estilo Magic the Gathering, em que 2 jogadores duelam em partidas online usando de cartas e poderes especial relativos as 9 classes disponíveis no jogo. O game ainda está em versão beta fechada, mas deve ficar disponível gratuitamente para todos que quiserem jogar ainda em dezembro deste ano. Com versões para Android e iOS prometidas para o meio de 2014, Hearthstone investe no sistema free-to-play, que disponibiliza o jogo de forma grátis, mas cobra por pacotes com novas cartas, apostando no fator “colecionável” para conquistar os jogadores e lucrar com essas vendas.

O “caçula” da empresa, porém, é Heroes of the Storm, jogo no estilo MOBA, que assim como DotA e League of Legends tem o gameplay baseado no comando de heróis e controle de objetivos do mapa em disputa. Heroes tenta fazer frente ao poderoso LoL ao trazer gráficos caprichados e personagens carismáticos de todas as franquias da empresa, com espaço para heróis adicionais conforme o jogo for evoluindo. O game não tem previsão de lançamento, mas a Blizzard deve abrir ainda este ano os convites para a versão beta de testes. Consegue imaginar uma luta entre o Lich King (WoW) e a Kerrigan (Starcraft)? Nós conseguimos! (ok Blizzard, precisamos agora do convite para o beta!)

Ufa! Em apenas dois dias a BlizzCon conseguiu demonstrar porque a empresa é uma das mais aclamadas no ramo dos games e deu um gostinho de quero mais em quem acompanhou o evento. O ano que vem promete se depender da Blizzard. Será que 2014 demora?

Henshin Online 15 – Rayearth, Manga of the Dead e Concurso de Mangás!

Mais um Henshin Online chegando! Veja como ficou nossa nova edição de Guerreiras Mágicas de Rayearth, numa edição pra lá de bacanuda! Temos um lembrete sobre Manga of the Dead, e as regras do tão esperado Concurso Nacional de Mangás! Para fechar, outro lançamento. Qual? Ora, assiste aí!

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Concurso Super Camisa Onze

É pessoal, nós perguntamos para os leitores “Qual jogador da atualidade seria um Camisa Onze ideal para o time dos Super Onze, e por quê?“, e o resultado não poderia ter sido melhor! Um goleada de mensagens inundou a caixa de entrada oficial do Super Onze e foi muito difícil escolher quais seriam os onze componentes desta seleção.

Algumas nomes apareceram muito e mostraram que alguns jogadores estão mesmo na graça do povo. O argentino Lionel Messi foi o nome que mais se repetiu, aparecendo em dezenas de frases, inclusive com três delas entre as premiadas! Seguindo de perto, temos outro craque latino: Neymar. O garoto-estrela do Santos também foi um dos mais lembrados pelos leitores, que destacaram sua habilidade, juventude e, é claro, seu cabelo.

Correndo por fora, mas também agarrando o pódio da promoção tivemos alguns craques europeus como Joonas Jokinen, Casillas e Van Persie. Mas, no fim das contas, quem mais apareceu entre as mensagens selecionadas foi o surpreendente Walter, atacante do Goiás.

Controverso pelo excesso de peso, o atacante cativou o público com sua dedicação e habilidade em fazer as redes balançarem. Seu nome foi mencionado muitas vezes e rendeu duas citações nas frases premiadas.

Porém, o grande campeão do concurso não foi um dos nomes mais lembrados. O jogador não foi contratado por nenhum clube europeu, nem tem um salário de seis dígitos. Na verdade, o jogador que, sem sombra de dúvidas merece OSTENTAR o título de Super Camisa Onze é o homem, o mito, o gênio: Allejo!

Não importa se é copa, campeonato, liga ou promoção de mangá, o Craque Allejo entra em campo e derrota o oponente com raça e habilidade. Inclusive, nós tentamos vetar a participação do jogador, mas rapidamente ele utilizou o Código Konami e transformou nosso editor em cachorro!!

Parabéns aos ganhadores, esperamos que se divirtam com o novo mangá da JBC, entramos em contato com vocês via e-mail para solicitar os dados para o envio do prêmio. Muito Obrigado a todos que participaram e não desistam, da próxima vez vocês podem ser os premiados em mais um concurso recheado de mangás aqui da Editora!

Confira as frases selecionadas:

Lucas Tezotto
O jogador da atualidade que seria um Camisa Onze ideal para o Super Onze é: Joonas Jokinen,

do time suíço FC Baar! Para ser um jogador camisa Super Onze, é preciso ter Super Poderes, e o Joonas Jokinen tem o poder de fazer gols com mortais!

Anna Beatriz Cruz Costa

Messi, pois ele é um jogador que sabe o valor do futebol para as pessoas e para ele, ele tem uma incrível habilidade para jogar e sempre sorri, um verdadeiro Melhor Jogador de Futebol do Mundo.

João Lucas

Pra mim, um camisa 11 ideal para o time do Inazuma Eleven, seria aquele que fizesse de tudo um pouco pelo time. Desde suas próprias funções, até saber trabalhar com o grupo todo. Ajudando cada um dentro do possível. E claro, sempre respeitando o seu “inimigo”, mesmo que a força deste seja questionada por muitos. E acima de tudo, que mostre muita força e superação!! Mesmo que o humilhem e menosprezem. Acho que na nossa atualidade, um jogador com um perfil parecido seria o atacante do Goiás, Walter. O gordinho que todos duvidaram, tá mostrando muita bola e fazendo a alegria da torcida do alvi-verde e o desespero da zaga adversária.. haha’ ;)

Gilberto Pedro da Silva Junior

O jogador ideal para o super onze seria o Walter do Goiás, além de ser um dos destaques do ano, mesmo estando acima do peso ideal ele consegue se destacar e mostrar que nada é impossível quando se corre atrás de seus sonhos.

Bruno Miotto

Para mim, um jogador que deveria ser dos Super Onze, seria o goleiro do Real Madrid, Iker Casillas, porque ele se parece muito com o personagem-principal, o também goleiro Endo, por três razões:

-É um grande goleiro;

-Capitaneia sua equipe, tem um espírito que cativa os companheiros de equipe;

-E assim como Endo, não sabe o que é desistir, nos bons e maus momentos.

Fernando Henrique

Apesar da resposta parecer um pouco óbvia, o jogador da atualidade que seria um Camisa Onze ideal para o time dos Super Onze seria Lionel Messi. O motivo seria que a única explicação do porque ele jogar o que joga, é que ele é secretamente um personagem do mangá e usas seus poderes nas partidas.

Celso Pereira

Acho que seria o Messi, porque ele seria quase do tamanho da maioria dos Super Onze, que são crianças ainda, ninguém perceberia que ele era um adulto, e logicamente iria ter técnicas de super velocidade e dribles super legais.

Rafael Victor

Neymar – Barcelona

Pois representa hoje a juventude do futebol brasileiro, o garoto que começou a carreira e já joga como titular no Barcelona, tem muita qualidade e sobra técnica, é muito bom em fazer o que ele ama e também nossa alegria.

Bruno Otaku Fã da banda TKJ

Eu gostaria que o jogador Renato Abreu, ex-flamengo, fosse o camisa 11 do time dos Super Onze, por que ele é o eterno camisa 11 do flamengo, é o melhor batedor de faltas do Brasil e tem um chute super, hiper, mega potente. Cairia bem nesse timaço.

Otávio Tata

Bom, acho que o craque que deveria ser o camisa 11 do time Super Onze deveria ser ele: o mito, o craque, o DEUS DO FUTEBOL, ALLEJO!

Sim, isso mesmo! Allejo faz gol de bicicleta do meio de campo (nem o Goenji faz), faz gol de bunda, de cobrança de lateral, e faz gol que até Kami-Sama duvida!

Por isso ele deve ser o camisa 11 desse time!

Iohann Lacerda

Com certeza seria Robin van Persie (futebolista holandês que atua pelo Manchester United). Van Persie seria um excepcional camisa 11 para o time dos Super Onze, pois além de possuir um chute extremamente preciso e potente com sua perna esquerda, é um grande líder em campo, que passa confiança e coragem para seu time, assim como Shuya Goenji.

Anime Mirai 2014: os diretores do futuro!

Você conhece o Young Animator Training Project? Desde 2010, a Japanese Animation Creators Association, uma espécie de sindicato dos animadores do Japão, promove a iniciativa do “Projeto de Treinamento de Jovens Animadores”, em parceria a grandes estúdios. A ideia é, como o nome já diz, treinar jovens que desejam entrar para a indústria da animação japonesa, que cada vez mais se vê ameaçada por estúdios de fora, principalmente coreanos, que oferecem os mesmos serviços com custo mais baixo.

A Agência de Assuntos Culturais do governo japonês disponibiliza o equivalente a mais de 2 milhões de dólares à Associação, que repassa os valores a grandes estúdios. Assim, eles se comprometem a buscar jovens, ensiná-los o ofício da animação, e produzir curta-metragens de alto padrão. Muitos estúdios importantes já se envolveram no projeto, como a Madhouse, do recente animê de Hunter x Hunter, e o Production I.G., de Shingeki no Kyojin.

Os participantes deste ano, assim como os títulos de cada curta, já foram anunciados:

Harmonie – Ultra Super Pictures
Ōkii Ichinensei to Chiisana Ninensei (O Grande Primeiro-anista e o Pequeno Segundo-anista) – A-1 Pictures
Paroru to Miraijima (Paroru e a Ilha do Futuro) – Shinei
Kaze no Sorashita (O Vento Sob o Céu) – Studio 4°C

Quer ter uma ideia do potencial do projeto? Assista abaixo trechos dos quatro curtas-metragens do Anime Mirai 2013: