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Redação JBC viu: Sailor Moon Crystal ep. 01

Sem dúvidas, 2014 é o ano de Sailor Moon. Com o mangá finalmente chegando ao Brasil pela JBC, as unhas dos fãs brasileiros passaram a sofrer por conta da expectativa quanto ao novo animê, Sailor Moon Crystal! E neste sábado, 05 de julho, a espera chegou ao fim, com direito a transmissão mundial simultânea e legendas em português em dois sites diferentes! Tudo que as Guerreiras da Lua merecem.

E como fãs, a galera aqui da Redação JBC também acordou cedinho na manhã de sábado pra não perder a estreia. Confira aqui a opinião de cada um!

Leo Kitsune, assistente de conteúdo e fã da Sailor Jupiter

Gostei do que vi em Sailor Moon Crystal. O novo animê da Toei vai adaptar o plot do mangá com fidelidade, e este primeiro episódio foi a transposição apenas do primeiro capítulo do mangá. Tivemos Usagi desastrada, amiguinhas da escola, a mãe substituta encapetada da Naru, Mamoru de smoking no meio do dia sem razão aparente (pelo menos deram uma melhorada naqueles óculos bregas do mangá) e, claro, o momento que interessa: Usagi se tornando Sailor Moon e salvando o dia com sua Tiara Lunar Bumerangue!

A tentativa aqui, ao que parece, é se diferenciar do animê clássico, que era ligeiramente mais cômico, usando uma abordagem mais “solene”, mais para o lado do drama (a abertura, por exemplo, não é com a Usagi acordando atrasada, como no mangá, e, sim, com os planetas e o “misterioso casal” se beijando em slow motion). Mas, por conta disso, as cenas de comédia (pelo menos para mim) não funcionaram tão bem. O animê pareceu comedido neste aspecto. Mas faz sentido, dentro da proposta.

O character design, uma das grandes polêmicas de Crystal, me agrada muito! Sim, é diferente do que já conhecíamos, mas é moderno e ótimo para apresentar Sailor Moon a um novo público. Gosto muito das cores, principalmente, em tons leves. E não tenho nada contra a animação e o uso de computação gráfica na cena de henshin (mas ainda estou no aguardo da versão curta – parecem uns 5 minutos só de Usagi girando!).

Foi um bom episódio, à altura do clássico. E terminou com a Ami fugindo da chuva (olha a ironia), só pra gente ficar curioso pelas próximas Sailors… Mas só daqui a duas semanas!!

Thiago Nojiri, supervisor de tradução da JBC, que só trabalha de smoking

Muito bom animê! Disputa de igual para igual com outros animês de grande porte.
Fidelíssimo à história do mangá, só que com cenários, efeitos visuais e movimentação (os quais não têm no mangá).
Ficou muito bonito visualmente, deixando a forte impressão de que é algo “bem feito”, com linhas grossas e cores chapadas. Torna o conjunto algo “fácil de assistir” para todos, inclusive crianças ou quem não conheceu a versão antiga.
A computação gráfica contribuiu e muito para tal resultado, ela é mesclada ao desenho na medida certa, principalmente para os acessórios e efeitos visuais. A cena do henshin, inteiramente em CG, ficou espetacular, dando aquele “quê” de longas de desenho animado. Visualmente, pelo menos deste primeiro episódio, estou seguro em dizer que os produtores foram felizes em fazer de Sailor Moon Crystal um autêntico animê da nova geração, usando de todos os recursos que dispunham.

Dito tudo isso!
O maior destaque do primeiro episódio é, sem dúvida, a voz da Usagi, Kotono Mitsuishi!
Uma atuação segura e experiente que inspira confiança, agora com muito mais tonalidades de voz do que da versão anterior.
Lembrando que a personalidade da Usagi do animê antigo é diferente da Usagi dos mangás e, para o Crystal, a Mitsuishi conseguiu fazer a “Usagi mangá” com uma boa pitada do que era a “Usagi do animê antigo”.
Nas partes cômicas, a Mitsuishi fez o certo: não é para a pessoa dar risada da situação, e sim, da Usagi. O engraçado não é o que acontece, mas é como a Usagi age e reage.

Conjunto final ficou excelente, mas se tiver que falar algo de “menos bom”, seriam as músicas de abertura e encerramento.
Poderiam ser menos J-Pop e mais Anison!

Renata Leitão, assistente editorial e fã da Sailor Saturn

Bem, nem tenho muito o que falar sobre a qualidade do animê. Achei que foi muito bem “transformado” em animê atual, tanto nas cores como na questão da animação propriamente dita.

O CG do henshin está muito bom, não ficou deslocado, e ainda resgatou o henshin original – apesar de, para mim, a trilha não favorecer a cena: a anterior era mais animada e, ressaltando novamente que é algo pessoal, criava toda uma sensação de “uhulll! Sailor Moon tá vindo pra salvar o dia!!! Já era, monstrengo!!”.
A única ressalva sobre a animação é: o cabelo da Usagi. Sim, no mangá o cabelo também é esvoaçante, mas há um propósito nisso: dar noção de movimento. No animê, a impressão é de que ou o cabelo tinha vida ou ele estava constantemente desafiando a gravidade, planando em redor da Usagi.

A voz da Usagi/Sailor Moon está incrível – já é de rir muito ao ouvi-la nos momentos cômicos- e como bem disse o Thiago, mérito total da dubladora. Havia esquecido como a voz original da Usagi é boa, naturalmente engraçada e dramática, sem ser irritante.

Sobre a trilha sonora: admito que senti falta de Moonlight Densetsu – achei a música da abertura um pouco estranha e, se for entrar no mérito de “vamos deixar o passado para trás”, ela é bem abaixo da música do live-action, por ex. (sim, eu assisti!), que é bem mais cativante.

E, finalmente, sobre as legendas. Digo que são honestas. Claramente se vê que tanto Crunchy como Niconico usaram a mesma tradução-fonte para as legendas, havendo apenas algumas diferenças entre elas. Um exemplo é a fala da mãe da Usagi ao se despedir dela, que aparenta ser uma tradução literal do inglês e foi corrigida no Crunchy. Outro ponto incômodo da tradução foi o Motoki chamando Usagi de “senhorita”, o que ficou muito impessoal em português. Esse termo estava em ambas legendas.
Também percebe-se que foi consultada a tradução da JBC ao se utilizar os termos “Transformar” (“Make Up”), “Lendário Cristal de Prata” (“Maboroshi no Ginsuishô”) e “Cabeça de coques” (“Odango Atama”). Como em toda tradução, há um outro momento discutível (o momento da Luna explicando para Usagi qual era a sua missão, por ex., e o “Prisma Lunar” virar “Prisma Luna”), mas nada que prejudique a compreensão total do plot.

Cassius Medauar, editor da Lua

Gostei muito do primeiro episódio de Sailor Moon Crystal. Bem fiel ao mangá, animação bacana e atual e uma bela roupagem nova para o clássico Sailor Moon.

E para mim, que sou de uma época que víamos desenhos animados sem nem saber de onde tinham vindo, muito menos que se chamavam animê, é simplesmente espetacular poder assistir à estréia do desenho simultaneamente ao Japão pela internet. E com legendas e português feitas pelos japoneses. E ainda baseadas na nossa tradução do mangá.
Foi, sem dúvida alguma, um momento histórico.

E se tivesse que escolher apenas um melhor momento, seria a cena da transformação. Ficou simplesmente espetacular. Pra deixar até o mais cético dos fãs arrepiado.
O duro será esperar sempre duas semanas pelo próximo episódio… (ainda bem que posso trabalhar no mangá enquanto isso).

EXCLUSIVO Sailor Moon Crystal em Português!

O novo animê de Sailor Moon tem deixado os fãs contando os minutos. Como comentamos aqui, a série foi recentemente adquirida pelo Crunchyroll e será exibida com legendas em português.

Após horas e horas de comemoração, uma questão surgiu: tudo bem, o animê estará disponível no Crunchyroll, mas e no Niconico, responsável pela transmissão oficial do animê?! Pois bem, a Henshin foi atrás e conta tudo para você agora.

Entramos em contato com a Kodansha, editora japonesa responsável pelo publicação original do mangá, e questionamos a respeito da exibição do animê via Niconico, e trazemos agora com exclusividade a resposta sensacional: o animê também será exibido em português!

A exibição será simultânea à japonesa, ou seja, prepara-se, a partir das 07h00 da manhã de sábado, 5 de julho, você pode conferir o primeiro episódio da série! Além da linguagem tupiniquim, o programa também contará com legendas em mais 11 idiomas, incluindo inglês, espanhol, turco, alemão, francês e chinês.

Para manter o clima lá no alto com a estreia do animê, acompanhe aqui o nosso passo a passo para assistir ao episódio no Niconico:

1. Entre em nicovideo.jp e clique no link “Login”;

2. Lá, você pode logar diretamente, sem cadastro no site, usando a sua conta do Facebook ou Twitter;

3. Se você quiser se cadastrar no site é só clicar em “Sign up”, colocar o seu endereço de e-mail e esperar pelo e-mail de confirmação do Nicovideo. Só fique de olho porque muitas vezes a mensagem acaba caindo na caixa de Lixo Eletrônico ou Spam, tá?

4. Depois de receber o e-mail, é só clicar no link de confirmação e seguir as instruções do email, e tchanã! Você já é um usuário do Niconico e pode comentar e assistir Sailor Moon Crystal!

Simples!

Enquanto você esquenta os motores para o novo animê, não deixe de conferir o mangá clássico, publicado no Brasil pela Editora JBC. O terceiro volume da série já está nas bancas e quarto chega em julho!

Continue de olho na Henshin para saber todas as novidades de seus animês, mangás e marinheiras favoritos!

Battousai, o abelha

Com a proximidade dos novos filmes de Rurouni Kenshin e a chegada do novo mangá, a franquia está com tudo no Japão. Não é a toa que o astro da série, Kenshin Himura, vai emprestar sua popularidade ao Natsuichi 2014, a feira anual de livros da Shueisha.

O ator que representa o ex-retalhador nos cinemas, Satô Takeru, está presente em uma série de imagens especiais que estampam os brindes para aqueles que comprarem os produtos que fazem parte da ação. Confira algumas aqui:

O mascote do Natsuichi, Hachi, também entrou na brincadeira e aparece em diversas imagens fazendo cosplay do personagem.

A campanha começou no dia 25 de junho em diversas livrarias ao redor do Japão e a lista atual dos títulos participantes, que passam de 80, está disponível no site do Natsuichi 2014.

Não esqueça, a Editora JBC é a casa oficial de Rurouni Kenshin aqui no Brasil, e todas as novidades da série você confere aqui na Henshin!

Lúcifer e o Martelo, novo lançamento da JBC

Lúcifer e o Martelo, de Satoshi Mizukami, é o último lançamento da Editora JBC. Este seinen é uma mistura de ação e aventura, com paródia e uma pitada de drama.


Vídeo de divulgação do título pela JBC.

Na história, Yuuhi Amamiya acorda num dia qualquer e é chamado por um lagarto para defender a Terra da destruição. O que ameaça a existência do planeta é um gigantesco martelo que paira sobre ele. Agora ele é o protetor do planeta e da princesa. Mas a princesa também só quer ver o mundo ser destruído. Yuuhi decide ajudar a princesa em sua missão destrutiva. É uma história que brinca com as características de mangás shonen, como Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho, combinando batalhas épicas pela proteção do planeta, com muita sátira e humor.

Título oficial: Lúcifer e o Martelo;
10 Edições, completo;
Preço: R$ 13,90;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Páginas coloridas em todas as edições;
Impressão nas capas internas;
Média de 200 páginas por edição;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Lançamento: Junho/2014.

Capa da edição nº 1
Capa da edição nº 1

“Hoshi no Samidare”, ou “Lucifer and the Biscuit Hammer” (ambos títulos originais do mangá) foi publicado na revista seinen Young King Ours (a mesma de Hellsing), de 2005 a 2010. O mangá foi anunciado pela JBC no último Henshin+, o evento anual da Editora JBC, junto de Prophecy e do aguardado Yu Yu Hakusho, e chegou às bancas em 05 de junho. Não perca!

JBC na Comic Con Experience!!

A Editora JBC firmou parceria com a convenção de cultura nerd e tecnologia Comic Con Experience, que acontecerá entre 4 a 7 de dezembro em São Paulo. A editora será responsável pela curadoria e organização da ala cosplay do evento e, entre outras atividades, organizará o C3PO – Costume and Play Order.

Composto por diversos pequenos-eventos, o C3PO pode ser dividido em quatro frentes: Parada Cosplay Order, Desfile Cosplay Order, Grupos Cosplay Order e Grand Championship Cosplay Order. A primeira etapa consiste em uma parada que percorrerá o espaço do evento, de livre entrada, ela reunirá participantes por onde passa e seguirá em direção ao estande da editora.

“Desfile ” e “Grupos ” serão desfiles cosplay com pré-inscrição, respectivamente, individual e em grupo. Por último, Grand Championship será o concurso de duplas, o ponto alto do C3PO. Em formato similar ao WCS, a competição avaliará os candidatos e premiará a dupla com a melhor fantasia e performance.

Participantes do WCS 2013 emocionados com a conquista do segundo lugar, com direito a vaga na final Japonesa
Participantes do WCS 2013 emocionados com a conquista do segundo lugar, com direito a vaga na final Japonesa

E a Editora JBC também terá um estande bacana na Comic Con Experience 2014. Mais detalhes sobre isso e os eventos de cosplay serão divulgadas no decorrer do ano.
Para mais informações sobre a Comic Con Experience, acesse o site oficial da convenção aqui. Para se manter atualizado sobre todas as novidades da cultura pop e da Editora JBC, fique ligado na Henshin!

Godzilla: O triunfo do Rei dos Monstros

Se seu medo é o de ver um filme parecido com o de 1998, esqueça. O Rei dos Monstros ganhou uma adaptação ocidental à altura, nas mãos do diretor britânico Gareth Edwards. Godzilla pode, sim, ser considerado um genuíno filme do gênero “kaiju”; porém, revelar o porquê seria um baita spoiler. O que se pode dizer é que, na tentativa de se aproximar mais do estilo japonês, o novo longa-metragem toma uma decisão corajosa para um blockbuster hollywoodiano, que pode não agradar o chamado “público médio”, os que não são fãs de longa data do gênero. Mas funciona. E funciona lindamente.

E essa não é a única decisão corajosa deste filme. A virada do primeiro para o segundo ato vem com não um, mas dois grandes choques; o já citado acima, e outro, relativo à escolha de elenco. E é aí que o filme mostra a que veio.

O primeiro ato é focado no personagem de Bryan Cranston (Breaking Bad) e sua paranoica busca pela verdade sobre os abalos sísmicos que se passam anos antes da trama do filme. Ele acredita que, ao contrário da versão oficial, “algo” está tentando se comunicar; e acaba arrastando seu filho, o soldado do esquadrão antibombas vivido por Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass), em sua busca; o que inevitavelmente leva ao centro de pesquisas chefiado pelo cientista vivido por Ken Watanabe (Inception), e ao nosso querido lagarto gordinho radioativo, Godzilla.

Existe, sim, neste ponto, o foco no relacionamento entre pai e filho, sustentado pela sempre eficiente atuação de Cranston, mas depois disso, com os dois inesperados twists já citados, o filme muda e se foca na perseguição ao monstro, que se dirige aos Estados Unidos por conta da alta concentração de energia nuclear no deserto de Nevada, devida a sucessivos testes do governo ao longo dos anos – ou seja, fazer o filme se passar nos EUA faz sentido.

O rastro de destruição em Las Vegas.
O rastro de destruição em Las Vegas.

A relação com o primeiro filme da franquia, de 1954, fica clara aqui: o dilema de vencer um monstro que foi despertado pelos testes nucleares fazendo uso de mais energia nuclear, desafiando a força da natureza e encarando o fato de sermos, sim, muito pequenos perto do que esta natureza contém.

Se este filme tem um defeito, talvez seja o de não ser tão relevante quanto o original, que era uma clara representação do medo japonês da bomba atômica, poucos anos depois de Hiroshima e Nagasaki (citados neste filme). Aqui, o monstro não parece tão representativo, surgindo apenas como uma grande e imparável força da natureza.

Por isso, este Godzilla se assemelha mais aos outros filmes da franquia, tanto em clima quanto em enredo. É um ótimo filme de ação com efeitos especiais eficientes. É, acima de tudo, uma ótima experiência visual, que sabe muito bem criar imagens icônicas e memoráveis (por exemplo, a cena da chegada de um trem em chamas), sem medo de usar o que o público quer ver: o Godzilla.

Taylor-Johnson e o trem.
Taylor-Johnson e o trem.

Todas as cenas com o monstro são boas. Sem exceção. A primeira aparição do Godzilla, por exemplo, é para ficar marcada na história da franquia, no mínimo; primeiro o pé, depois um travelling por todo o corpo até chegar ao close-up no rosto e o urro característico. E ainda tem a baforada atômica! A primeira cena na qual ela é usada é uma das melhores do filme, com certeza.

Tanto é que essas cenas deixam um gostinho de “quero mais”. São poucas e em geral curtas. Poderiam se estender bem mais. Boa parte do 2º e 3º atos são focados na ação do exército e do personagem de Taylor-Johnson tentando derrotar o monstro e chegar vivo à sua família. Existe, inclusive, uma interessante “rima” entre as ações de Taylor-Johnson e do Godzilla, no 3º ato, muito pertinentes, tematicamente, ao que o filme se propõe, que é discutir a relação do homem com a natureza.

Godzilla é exatamente o que se propõe: um filme do Godzilla. Pode parecer óbvio, mas nós, ocidentais, sabemos que não é. É um longa-metragem inteligente em sua narrativa, que faz com que nos importemos tanto com os humanos quanto com o próprio Rei dos Monstros, chegando a emocionar nos minutos finais. Um filme digno do grandioso “GOJIRA”.

Pôster da versão em IMAX.
Pôster da versão em IMAX.

Saiba tudo sobre a divulgação de Sailor Moon

Você já leu o mangá, já se apaixonou pela Usagi, e com certeza já está à espera do 2º volume da série. Mas, na JBC, o trabalho nunca para. Tudo que for possível fazer pelos fãs, a editora vai atrás.

Como já dito antes, o material de divulgação de Sailor Moon, incialmente, não era muito amplo (só tínhamos autorização para usar a capa do volume 1) mas, com o andamento do processo de aprovação, a autora Naoko Takeuchi e a editora Kodansha gostaram da dedicação e empenho na campanha do mangá e, com exclusividade, a JBC teve autorização para utilizar imagens dos artbooks, entre outras, e trabalhar com uma maior variedade de opções.

Abaixo você pode conferir os minicartazes distribuídos exclusivamente para lojas especializadas e livrarias, os marcadores de página exclusivos do evento Henshin+ (os azuis), os marcadores de página exclusivos dos assinantes e algumas lojas especializadas (os rosas – e esse é só o primeiro modelo!), e a testeira para prateleiras de lojas e bancas.

Também temos os cartazes de divulgação espalhados pelos trens do Metrô de São Paulo.

E aqui, o banner utilizado no Henshin+ 2014, na companhia da aniversariante do dia, a Sailor Mars!

O material JBC ficou tão bacana que a editora e a autora pediram para que o enviássemos para eles no Japão! A Kodansha vai pendurar os cartazes em seus escritórios e nos disse que enviaria fotos quando chegassem lá, então fique ligado! Já a Naoko-sensei disse que colocaria em sua própria casa, mas não vai enviar fotos por questão de privacidade.

Além disso, Sailor Moon foi a única história em quadrinhos a figurar na lista de livros mais vendidos de ficção do Publish News (que contabiliza as vendas semanais das livrarias mais importantes do Brasil), em 9º lugar; e na lista de mais vendidos da Folha de São Paulo na categoria infanto-juvenil, em 8º lugar.

Lista da Folha de São Paulo.
Lista da Folha de São Paulo.

Não é legal? Estamos muito orgulhosos do nosso trabalho e da repercussão positiva da obra, tanto no Brasil quanto, agora, no Japão. É a Sailor Moon dando a volta ao mundo!

Prophecy deve ganhar filme no Japão

Microimagem entrega o anúncio do filme.
Microimagem entrega o anúncio do filme.

O preview da edição de maio da revista japonesa Jump Kai trouxe a ilustração inicial da nova série de Tetsuya Tsutsui, o mangá Yugai Toshi. O que os fãs do autor não esperavam é que na pequena imagem divulgada houvesse o anúncio de uma adaptação em filme de sua obra anterior, Yokokuhan (conhecido internacionalmente como Prophecy). Ainda não há mais detalhes sobre a produção, mas ficaremos de olho para novas informações.

"Vou anunciar o que vai acontecer amanhã...!"
“Vou anunciar o que vai acontecer amanhã…!”

No Brasil, a obra será publicada pela JBC com o nome de Prophecy e a previsão de lançamento é para o final de abril. A história gira em torno de um misterioso sujeito, com a cabeça coberta por páginas de jornal, que faz anúncios de crimes premeditados através de vídeos postados anonimamente em um site de streaming. Quando o que foi “profetizado” começa realmente a acontecer, a divisão de cibercrime da polícia japonesa sai em busca do responsável pelos atos.

O thriller policial aborda temas recentes, como redes sociais, ciberativismo e anonymous, e a história é concluída em três volumes.

Esta semana temos duas novidades sobre a edição brasileira: o título, que será Prophecy, como revelamos acima, e a informação de que a capa nacional será uma versão original brasileira. Isso foi um pedido do autor e da editora japonesa, que nos avisaram que não queriam que seguíssemos o design original.

Fique ligado na Henshin, pois a capa nacional já foi aprovada pelo autor e será divulgada na próxima semana, não perca!

JBC 2014: YuYu Hakusho, Prophecy e Lucifer and the Biscuit Hammer!

No Henshin+ 2014, que aconteceu dia 29 de março, além do lançamento de Sailor Moon e do bate papo sobre quadrinhos nacionais, tivemos também anúncios de novos mangás para 2014.

Primeiramente, Cassius anunciou mais um volume de Combo Rangers, de Fábio Yabu! A HQ retornou em 2013 em uma edição de luxo, e terá mais uma edição ainda em 2014, com lançamento na Comic Con Experience, em dezembro!

Outro anúncio, dessa vez direto do Japão, é Yokokuhan. O mangá de Tetsuya Tsutsui, conhecido fora do Japão como Prophecy, foi publicado na Jump Kai e concluído em 2013 com 3 volumes. Para mais detalhes, incluindo nosso vídeo de divulgação do título, clique aqui.

Também foi anunciado o seinen Hoshi no Samidare, ou Lucifer and the Biscuit Hammer. A obra de Satoshi Mizukami foi publicada na Young King Ours, e concluída em 2010 com 10 volumes. Sinopse completa e nosso vídeo de divulgação, aqui.

Por último, de surpresa, a JBC anunciou o retorno do aguardadíssimo Yu Yu Hakusho! O clássico de Yoshihiro Togashi foi publicado pela primeira vez pela JBC de 2002 a 2004, em 38 edições “meio-tanko”. Yusuke e cia. agora voltam em edição especial, em XX volumes! (ou vocês achavam mesmo que íamos contar agora?)

Capa do volume 1 japonês.
Capa do volume 1 japonês.

Prophecy já tem lançamento marcado para abril. “YuYu” e “Lucifer” estarão nas bancas em 2014, porém nenhum deles teve mais detalhes ou data de lançamento divulgada. Fiquem ligados nas redes sociais da Henshin para ter as informações oficiais em primeira mão (inclusive, o perfil @ProphecyJBC deve fazer revelações bombásticas, hein?).

Porque tem coisas que só a JBC faz por você!

Tudo sobre Sailor Moon no Henshin+

No último sábado, 29 de março, aconteceu o Henshin+ 2014, o evento anual da JBC, na Saraiva Mega Store do Shopping Center Norte. O evento deste ano marcou o lançamento do aguardadíssimo Sailor Moon!

Dani Mancz, da banda Gaijin Sentai, cantando na abertura do evento.
Dani Mancz, da banda Gaijin Sentai, cantando na abertura do evento.

Na primeira parte da palestra, totalmente dedicada ao mangá de Naoko Takeuchi, participaram da mesa: Rodrigo Pelaes, do departamento de marketing; Marcelo Rodrigues e Thiago Nojiri, assistentes editoriais; e Cassius Medauar, gerente de conteúdo.

Depois de abrir o evento com o vídeo acima, com a retrospectiva dos lançamentos de 2013, que fez muito sucesso entre o público, Cassius contou o processo para conseguir o mangá. Depois de mais de 10 anos de negociações, a confirmação veio em 2013, quando finalmente a autora liberou a publicação. Apenas quatro pessoas da editora sabiam, e quando houve a confirmação, todos comemoraram numa festa com direito a champanhe! “É um dos mangás mais importantes da história da JBC”, afirmou Cassius.

Marcelo falou do trabalho com a arte do mangá. Um dos fatores que fizeram com que a editora japonesa aceitasse a proposta da JBC foi a excelência no trabalho com Card Captor Sakura, do CLAMP. Por isso, acreditava-se que as dificuldades seriam as mesmas, mas as aprovações de material por parte do Japão foram até mais tranquilas do que o esperado.

Thiago falou sobre o trabalho de adaptação do mangá. É uma obra cheia de nuances e muitas brincadeiras com os nomes, então já havia sido decidido que os nomes originais seriam utilizados, em vez dos nomes da adaptação ocidental do animê. E para deixar o texto o mais natural possível na língua portuguesa, depois de muito debate e discussão na redação, os honoríficos foram retirados, com exceção de dois casos: “Mamo-chan” (do personagem Mamoru), e “V-chan” (a maneira como a Usagi chama a Sailor V). Outros apelidos carinhosos (como “Usako”, por exemplo) serão mantidos também. A intenção é fazer com que a obra seja acessível para o maior público possível, dada a importância do lançamento no Brasil.

Rodrigo contou à plateia sobre as negociações do material de divulgação da obra com a editora japonesa. Havia muito pouco material para se trabalhar, mas a autora admirou o esforço da JBC no lançamento e liberou mais material, como as imagens dos banners do evento e os marca-páginas que a plateia recebeu. Essa autorização é exclusiva para o Brasil, já que em lançamentos de outros países isso não aconteceu!

Tivemos também a presença de Lilian Mitsunaga, uma das mais importantes letristas e diagramadoras de histórias em quadrinhos do Brasil, com experiência de 34 anos de carreira trabalhando com os mais diversos tipos de HQs. Ela é a responsável pela diagramação e letras de Sailor Moon, e afirmou que a obra foi um desafio, pois os balões de fala são muito complexos e com muitos padrões diferentes. Mas ela se divertiu muito, pois está trabalhando com o que ama.

Ao fim das palestras, o Diário Sailor Moon 5, que mostra todos os passos da produção do mangá pela JBC, foi exibido em primeira mão para quem estava presente. Mas você pode conferir agora, aqui pela Henshin!

Tivemos um concurso cosplay, com inúmeros e lindíssimos cosplays de Sailor Moon presentes, distribuímos prêmios exclusivos, a Dani Mancz da banda Gaijin Sentai nos brindou com um pocket show cantando três músicas de Sailor Moon, e todos os fãs foram felizes para casa com sua obra preferida em mãos. Você pode conferir mais fotos do evento no nosso álbum da fanpage da Henshin no Facebook, clicando abaixo!

Clique aqui e veja o álbum na fanpage!
Sailor Moon nº 1 já está chegando às bancas de todo o Brasil, além de também estar disponível em livrarias e lojas especializadas. A obra completa tem 12 volumes, pelo valor de R$16,50. Não perca as aventuras da graciosa guardiã do amor e da justiça pela JBC, e fique sempre ligado para mais novidades aqui na Henshin. E o evento Henshin+ volta ano que vem! Até lá!
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