Categoria: Matérias

Conheça Green Blood, novo lançamento da JBC

Durante o Henshin Online 25, o gerente de conteúdo da Editora JBC, Cassius Medauar, anunciou Green Blood, mais um dos lançamentos confirmados pela editora ainda para 2014.

A obra de Masasumi Kakizaki trabalha com um tema pouco explorado nos mangás: a fundação da cidade de Nova York e a situação dos imigrantes, que viviam em um ambiente recheado de violência e miséria, dominado por gangues, irlandesas e americanas, que disputavam violentamente o controle da área no século 19. O clima da obra é similar ao do premiado filme de Martin Scorsese, Gangues de Nova York.

A história acontece na famosa interseção novaiorquina conhecida como Five Points, palco para diversos conflitos envolvendo gangues e disputas de território e poder durante boa parte do início daquele século, além de ser uma das áreas mais miseráveis de toda a cidade. A trama aborda uma realidade bastante dura, permeada pela morte, injustiça, vingança e redenção, em cinco volumes eletrizantes.

Os roteiros de Kakizaki são surpreendentes, mas quem rouba a cena no mangá e tira o fôlego do leitor, página após página, é sua arte espetacular, com uma narrativa visual fora do comum e ilustrações impactantes, capaz de transmitir o tom e o clima presentes na obra.

Ficha técnica completa:

Título oficial: Green Blood;
5 edições completo;
Preço: R$ 14,50;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Impressão colorida nas capas internas;
Capa com laminação fosca;
Páginas coloridas no Volume 1;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Distribuição: setorizada;
Pré-lançamento na Comic Con Experience e em lojas especializadas: DEZEMBRO/2014.
Lançamento em bancas: JANEIRO/2015.

Volume 1 pela JBC.
Volume 1 pela JBC.

Tudo sobre Soul Eater Not! pela JBC

O surpreendente Soul Eater, de Atsushi Ohkubo, chegou ao fim com 25 emocionantes volumes. Mas enquanto a batalha contra o Kissin se desenrolava, o fantástico mundo criado pelo mangaká continuava a se desenvolver em segundo plano. E para mostrar todo esse universo da maneira mais divertida possível, eis que surge Soul Eater Not!

Como o próprio autor diz, na seção “Atsushi’s” do volume 20, esse spin-off foi criado para contar tudo que ele criou para o universo da AMAAN e Death City, sem parecer uma enciclopédia chata, nem atrapalhar o desenvolvimento da história principal. Ainda assim, o mangá pode ser lido mesmo por quem não conhece a obra principal, já que conta uma história nova e independente.

Soul Eater Not! se passa 1 ano antes do começo de Soul Eater, e conta a história de três alunas da AMAAN: Tsugumi Harudori, uma arma (e fã da Maka Albarn); e duas artífices, Meme Tatane e Anya Hepburn. É uma série de comédia, com o humor escrachado e nonsense típico do Ohkubo.

Capa do Volume 1 pela JBC.

Capa do Volume 1 pela JBC.

Confira todos os detalhes técnicos aqui:

Título oficial: Soul Eater Not!;
4 edições, em andamento no Japão (encerramento já anunciado, provavelmente no vol. 5);
Preço: R$ 12,50;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Impressão colorida nas capas internas;
Média de 200 páginas por edição;
Dimensões: 12 cm x 18 cm (mesmo formato de Soul Eater);
Distribuição: setorizada;
Lançamento: Final de novembro/2014.

É fã de Soul Eater e quer conhecer o Not? Dê uma olhada no seu volume 22, que lá tem um preview superespecial, com quase todo o capítulo 1 do spin-off! E fique ligado na Henshin para mais informações!

Conheça “Só Você Pode Ouvir”

Um dos grandes sucessos da JBC em 2013, Another é um exemplo de como o terror e o suspense japonês são bem aceitos pelo público brasileiro. Com a legião de fãs que o mangá de Yukito Ayatsuji e desenhado por Hiro Kiyohara tem por aqui, a JBC trouxe, em 2014, Tsumitsuki – Espírito da Culpa, um suspense sobrenatural em volume único, do mesmo artista. E agora chegou a hora de conhecer mais duas obras de Kiyohara, em histórias que vão surpreender quem acha que ele só sabe fazer terror. Conheça Só Você Pode Ouvir, e clique aqui para conhecer Feridas – Kizu.

À esquerda, ed. japonesa de Só Você Pode Ouvir. À direita, edição japonesa de Kizu. Ao centro, edição brasileira de Tsumitsuki.
À esquerda, ed. japonesa de Só Você Pode Ouvir. À direita, edição japonesa de Kizu. Ao centro, edição brasileira de Tsumitsuki.

– Só Você Pode Ouvir

Só Você Pode Ouvir (Kiminishika Kikoenai) é a história de Ryo, uma garota com muita dificuldade de se comunicar com seus colegas de classe, e que queria muito ter um telefone celular, já que todos têm um. O desejo é tão forte que ela começa a imaginar como seria seu “celular dos sonhos” em todos os detalhes. Até que ela se imagina fazendo uma ligação pelo celular imaginário. Mas alguém atende. Tem uma pessoa do outro lado da linha!

É um drama tocante, sobre solidão e superação, e completo em um volume. O mangá, adaptado por Kiyohara, é inspirado em um conto do autor Otsuichi, que inclusive ganhou uma adaptação para os cinemas em 2007. Confira o trailer:

Título oficial: Só Você Pode Ouvir;
Volume único;
Preço: R$ 13,90;
Papel jornal brite 52g;
4 páginas coloridas;
Capas internas coloridas;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Distribuição: Nacional;
Lançamento: Novembro/2014.

Capa nacional.
Capa nacional.

Para mais detalhes sobre esses lançamentos, fique sempre ligado nas redes sociais da Henshin, no Twitter e Facebook!

Yu Yu Hakusho vol. 01

Yu Yu Hakusho retorna às bancas em edição especialíssima! Um dos mangás mais queridos pelos fãs brasileiros, e a primeira grande obra do mestre Yoshihiro Togashi, volta em formato para colecionador: 13,5 x 20,5 cm, papel offset, com média de 180 páginas (o dobro da primeira edição brasileira), periodicidade mensal e distribuição nacional, por R$14,90.

Sinopse:

Yusuke Urameshi – um jovem delinquente rude, violento e impaciente – parece só dar dor de cabeça para sua mãe, professores e vizinhança. Até que, um dia, depois de salvar um garotinho, acaba morrendo atropelado por um carro. Porém, como sua morte não era esperada nem pelo Mundo Espiritual, a ele é dada a chance de voltar à vida caso consiga passar pelo Teste da Ressureição. Acompanhado de Botan, a guia do Mundo Espiritual, Yusuke irá viver aventuras sobrenaturais até poder retornar ao seu corpo.

Galeria:

Tudo sobre Magi – O labirinto da magia

A JBC tem orgulho de trazer um dos melhores e mais populares mangás da atualidade ao Brasil: Magi – O labirinto da magia.

A obra da autora Shinobu Ohtaka vem sendo publicada na revista semanal Shonen Sunday desde 2009, sempre figurando entre os mangás mais vendidos do Japão. É uma obra muito elogiada por público e crítica, inclusive vencendo o 59º Prêmio Shogakukan como melhor shonen de 2013. Aqui no Brasil, ficou popular por sua adaptação em animê, que já tem duas temporadas.

Em Magi, acompanhamos Aladim, um garoto misterioso com uma flauta mágica, que viaja pelo mundo em busca de tesouros, por conta da promessa que fez a um amigo. Ele conhece Ali Babá, um jovem que sonha em conquistar uma das “dungeons”, construções de origem desconhecida que surgiram do nada há 14 anos. E assim se inicia a aventura, por dungeons, desertos, reinos, guerras e toda a magia das Arábias!

E agora, a JBC traz a história de Aladim em edição caprichadíssima. No Anime Friends 2014 o editor Cassius Medauar e o assistente de tradução Thiago Nojiri falaram sobre a obra e sua adaptação para o português.

A autora diz (em textos onde ela fala sobre o processo de desenvolvimento do mangá, que estarão na edição brasileira) que a escolha de usar o universo das Mil e Uma Noites e os nomes destes personagens tem a intenção de fazer com que eles sejam mais acessíveis aos leitores, já que são personagens já populares e conhecidos mundialmente.

Neste espírito, a adaptação para o Brasil escolheu utilizar a grafia do nome dos personagens que foi consagrada historicamente em edições das Mil e Uma Noites no Brasil. Como Aladim, Ali Babá, Morgiana, Simbad, etc. Mas cada caso é estudado separadamente

Por exemplo, outros termos são mais ligados ao universo específico do mangá, como “dungeon” (deixado em inglês por conta da conexão do conceito com os videogames e RPGs) e “djinn” (mantido assim para se distanciar do “gênio da lâmpada” específico, e ser mais uma categoria de criaturas do mangá).

Todas as decisões foram tomadas depois de muita pesquisa e discussão entre a redação, já que é um mangá querido por todos na JBC.

Magi chega às bancas dia 28 de julho, e já vai estar disponível no segundo fim de semana do Anime Friends! Assine no estande da JBC e leve seu mangá a hora (e, em breve, disponível aqui na página de assinaturas da JBC). Confira abaixo todas as informações:

Título oficial: Magi – O labirinto da magia;
22 Edições, em andamento no Japão;
Preço: R$ 12,90;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Impressão colorida nas capas internas;
Média de 200 páginas por edição;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Lançamento: 28 de Julho/2014.

Redação JBC viu: Sailor Moon Crystal ep. 01

Sem dúvidas, 2014 é o ano de Sailor Moon. Com o mangá finalmente chegando ao Brasil pela JBC, as unhas dos fãs brasileiros passaram a sofrer por conta da expectativa quanto ao novo animê, Sailor Moon Crystal! E neste sábado, 05 de julho, a espera chegou ao fim, com direito a transmissão mundial simultânea e legendas em português em dois sites diferentes! Tudo que as Guerreiras da Lua merecem.

E como fãs, a galera aqui da Redação JBC também acordou cedinho na manhã de sábado pra não perder a estreia. Confira aqui a opinião de cada um!

Leo Kitsune, assistente de conteúdo e fã da Sailor Jupiter

Gostei do que vi em Sailor Moon Crystal. O novo animê da Toei vai adaptar o plot do mangá com fidelidade, e este primeiro episódio foi a transposição apenas do primeiro capítulo do mangá. Tivemos Usagi desastrada, amiguinhas da escola, a mãe substituta encapetada da Naru, Mamoru de smoking no meio do dia sem razão aparente (pelo menos deram uma melhorada naqueles óculos bregas do mangá) e, claro, o momento que interessa: Usagi se tornando Sailor Moon e salvando o dia com sua Tiara Lunar Bumerangue!

A tentativa aqui, ao que parece, é se diferenciar do animê clássico, que era ligeiramente mais cômico, usando uma abordagem mais “solene”, mais para o lado do drama (a abertura, por exemplo, não é com a Usagi acordando atrasada, como no mangá, e, sim, com os planetas e o “misterioso casal” se beijando em slow motion). Mas, por conta disso, as cenas de comédia (pelo menos para mim) não funcionaram tão bem. O animê pareceu comedido neste aspecto. Mas faz sentido, dentro da proposta.

O character design, uma das grandes polêmicas de Crystal, me agrada muito! Sim, é diferente do que já conhecíamos, mas é moderno e ótimo para apresentar Sailor Moon a um novo público. Gosto muito das cores, principalmente, em tons leves. E não tenho nada contra a animação e o uso de computação gráfica na cena de henshin (mas ainda estou no aguardo da versão curta – parecem uns 5 minutos só de Usagi girando!).

Foi um bom episódio, à altura do clássico. E terminou com a Ami fugindo da chuva (olha a ironia), só pra gente ficar curioso pelas próximas Sailors… Mas só daqui a duas semanas!!

Thiago Nojiri, supervisor de tradução da JBC, que só trabalha de smoking

Muito bom animê! Disputa de igual para igual com outros animês de grande porte.
Fidelíssimo à história do mangá, só que com cenários, efeitos visuais e movimentação (os quais não têm no mangá).
Ficou muito bonito visualmente, deixando a forte impressão de que é algo “bem feito”, com linhas grossas e cores chapadas. Torna o conjunto algo “fácil de assistir” para todos, inclusive crianças ou quem não conheceu a versão antiga.
A computação gráfica contribuiu e muito para tal resultado, ela é mesclada ao desenho na medida certa, principalmente para os acessórios e efeitos visuais. A cena do henshin, inteiramente em CG, ficou espetacular, dando aquele “quê” de longas de desenho animado. Visualmente, pelo menos deste primeiro episódio, estou seguro em dizer que os produtores foram felizes em fazer de Sailor Moon Crystal um autêntico animê da nova geração, usando de todos os recursos que dispunham.

Dito tudo isso!
O maior destaque do primeiro episódio é, sem dúvida, a voz da Usagi, Kotono Mitsuishi!
Uma atuação segura e experiente que inspira confiança, agora com muito mais tonalidades de voz do que da versão anterior.
Lembrando que a personalidade da Usagi do animê antigo é diferente da Usagi dos mangás e, para o Crystal, a Mitsuishi conseguiu fazer a “Usagi mangá” com uma boa pitada do que era a “Usagi do animê antigo”.
Nas partes cômicas, a Mitsuishi fez o certo: não é para a pessoa dar risada da situação, e sim, da Usagi. O engraçado não é o que acontece, mas é como a Usagi age e reage.

Conjunto final ficou excelente, mas se tiver que falar algo de “menos bom”, seriam as músicas de abertura e encerramento.
Poderiam ser menos J-Pop e mais Anison!

Renata Leitão, assistente editorial e fã da Sailor Saturn

Bem, nem tenho muito o que falar sobre a qualidade do animê. Achei que foi muito bem “transformado” em animê atual, tanto nas cores como na questão da animação propriamente dita.

O CG do henshin está muito bom, não ficou deslocado, e ainda resgatou o henshin original – apesar de, para mim, a trilha não favorecer a cena: a anterior era mais animada e, ressaltando novamente que é algo pessoal, criava toda uma sensação de “uhulll! Sailor Moon tá vindo pra salvar o dia!!! Já era, monstrengo!!”.
A única ressalva sobre a animação é: o cabelo da Usagi. Sim, no mangá o cabelo também é esvoaçante, mas há um propósito nisso: dar noção de movimento. No animê, a impressão é de que ou o cabelo tinha vida ou ele estava constantemente desafiando a gravidade, planando em redor da Usagi.

A voz da Usagi/Sailor Moon está incrível – já é de rir muito ao ouvi-la nos momentos cômicos- e como bem disse o Thiago, mérito total da dubladora. Havia esquecido como a voz original da Usagi é boa, naturalmente engraçada e dramática, sem ser irritante.

Sobre a trilha sonora: admito que senti falta de Moonlight Densetsu – achei a música da abertura um pouco estranha e, se for entrar no mérito de “vamos deixar o passado para trás”, ela é bem abaixo da música do live-action, por ex. (sim, eu assisti!), que é bem mais cativante.

E, finalmente, sobre as legendas. Digo que são honestas. Claramente se vê que tanto Crunchy como Niconico usaram a mesma tradução-fonte para as legendas, havendo apenas algumas diferenças entre elas. Um exemplo é a fala da mãe da Usagi ao se despedir dela, que aparenta ser uma tradução literal do inglês e foi corrigida no Crunchy. Outro ponto incômodo da tradução foi o Motoki chamando Usagi de “senhorita”, o que ficou muito impessoal em português. Esse termo estava em ambas legendas.
Também percebe-se que foi consultada a tradução da JBC ao se utilizar os termos “Transformar” (“Make Up”), “Lendário Cristal de Prata” (“Maboroshi no Ginsuishô”) e “Cabeça de coques” (“Odango Atama”). Como em toda tradução, há um outro momento discutível (o momento da Luna explicando para Usagi qual era a sua missão, por ex., e o “Prisma Lunar” virar “Prisma Luna”), mas nada que prejudique a compreensão total do plot.

Cassius Medauar, editor da Lua

Gostei muito do primeiro episódio de Sailor Moon Crystal. Bem fiel ao mangá, animação bacana e atual e uma bela roupagem nova para o clássico Sailor Moon.

E para mim, que sou de uma época que víamos desenhos animados sem nem saber de onde tinham vindo, muito menos que se chamavam animê, é simplesmente espetacular poder assistir à estréia do desenho simultaneamente ao Japão pela internet. E com legendas e português feitas pelos japoneses. E ainda baseadas na nossa tradução do mangá.
Foi, sem dúvida alguma, um momento histórico.

E se tivesse que escolher apenas um melhor momento, seria a cena da transformação. Ficou simplesmente espetacular. Pra deixar até o mais cético dos fãs arrepiado.
O duro será esperar sempre duas semanas pelo próximo episódio… (ainda bem que posso trabalhar no mangá enquanto isso).

EXCLUSIVO Sailor Moon Crystal em Português!

O novo animê de Sailor Moon tem deixado os fãs contando os minutos. Como comentamos aqui, a série foi recentemente adquirida pelo Crunchyroll e será exibida com legendas em português.

Após horas e horas de comemoração, uma questão surgiu: tudo bem, o animê estará disponível no Crunchyroll, mas e no Niconico, responsável pela transmissão oficial do animê?! Pois bem, a Henshin foi atrás e conta tudo para você agora.

Entramos em contato com a Kodansha, editora japonesa responsável pelo publicação original do mangá, e questionamos a respeito da exibição do animê via Niconico, e trazemos agora com exclusividade a resposta sensacional: o animê também será exibido em português!

A exibição será simultânea à japonesa, ou seja, prepara-se, a partir das 07h00 da manhã de sábado, 5 de julho, você pode conferir o primeiro episódio da série! Além da linguagem tupiniquim, o programa também contará com legendas em mais 11 idiomas, incluindo inglês, espanhol, turco, alemão, francês e chinês.

Para manter o clima lá no alto com a estreia do animê, acompanhe aqui o nosso passo a passo para assistir ao episódio no Niconico:

1. Entre em nicovideo.jp e clique no link “Login”;

2. Lá, você pode logar diretamente, sem cadastro no site, usando a sua conta do Facebook ou Twitter;

3. Se você quiser se cadastrar no site é só clicar em “Sign up”, colocar o seu endereço de e-mail e esperar pelo e-mail de confirmação do Nicovideo. Só fique de olho porque muitas vezes a mensagem acaba caindo na caixa de Lixo Eletrônico ou Spam, tá?

4. Depois de receber o e-mail, é só clicar no link de confirmação e seguir as instruções do email, e tchanã! Você já é um usuário do Niconico e pode comentar e assistir Sailor Moon Crystal!

Simples!

Enquanto você esquenta os motores para o novo animê, não deixe de conferir o mangá clássico, publicado no Brasil pela Editora JBC. O terceiro volume da série já está nas bancas e quarto chega em julho!

Continue de olho na Henshin para saber todas as novidades de seus animês, mangás e marinheiras favoritos!

Battousai, o abelha

Com a proximidade dos novos filmes de Rurouni Kenshin e a chegada do novo mangá, a franquia está com tudo no Japão. Não é a toa que o astro da série, Kenshin Himura, vai emprestar sua popularidade ao Natsuichi 2014, a feira anual de livros da Shueisha.

O ator que representa o ex-retalhador nos cinemas, Satô Takeru, está presente em uma série de imagens especiais que estampam os brindes para aqueles que comprarem os produtos que fazem parte da ação. Confira algumas aqui:

O mascote do Natsuichi, Hachi, também entrou na brincadeira e aparece em diversas imagens fazendo cosplay do personagem.

A campanha começou no dia 25 de junho em diversas livrarias ao redor do Japão e a lista atual dos títulos participantes, que passam de 80, está disponível no site do Natsuichi 2014.

Não esqueça, a Editora JBC é a casa oficial de Rurouni Kenshin aqui no Brasil, e todas as novidades da série você confere aqui na Henshin!

Lúcifer e o Martelo, novo lançamento da JBC

Lúcifer e o Martelo, de Satoshi Mizukami, é o último lançamento da Editora JBC. Este seinen é uma mistura de ação e aventura, com paródia e uma pitada de drama.


Vídeo de divulgação do título pela JBC.

Na história, Yuuhi Amamiya acorda num dia qualquer e é chamado por um lagarto para defender a Terra da destruição. O que ameaça a existência do planeta é um gigantesco martelo que paira sobre ele. Agora ele é o protetor do planeta e da princesa. Mas a princesa também só quer ver o mundo ser destruído. Yuuhi decide ajudar a princesa em sua missão destrutiva. É uma história que brinca com as características de mangás shonen, como Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho, combinando batalhas épicas pela proteção do planeta, com muita sátira e humor.

Título oficial: Lúcifer e o Martelo;
10 Edições, completo;
Preço: R$ 13,90;
Periodicidade: Mensal;
Papel jornal brite 52g;
Páginas coloridas em todas as edições;
Impressão nas capas internas;
Média de 200 páginas por edição;
Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm;
Lançamento: Junho/2014.

Capa da edição nº 1
Capa da edição nº 1

“Hoshi no Samidare”, ou “Lucifer and the Biscuit Hammer” (ambos títulos originais do mangá) foi publicado na revista seinen Young King Ours (a mesma de Hellsing), de 2005 a 2010. O mangá foi anunciado pela JBC no último Henshin+, o evento anual da Editora JBC, junto de Prophecy e do aguardado Yu Yu Hakusho, e chegou às bancas em 05 de junho. Não perca!

JBC na Comic Con Experience!!

A Editora JBC firmou parceria com a convenção de cultura nerd e tecnologia Comic Con Experience, que acontecerá entre 4 a 7 de dezembro em São Paulo. A editora será responsável pela curadoria e organização da ala cosplay do evento e, entre outras atividades, organizará o C3PO – Costume and Play Order.

Composto por diversos pequenos-eventos, o C3PO pode ser dividido em quatro frentes: Parada Cosplay Order, Desfile Cosplay Order, Grupos Cosplay Order e Grand Championship Cosplay Order. A primeira etapa consiste em uma parada que percorrerá o espaço do evento, de livre entrada, ela reunirá participantes por onde passa e seguirá em direção ao estande da editora.

“Desfile ” e “Grupos ” serão desfiles cosplay com pré-inscrição, respectivamente, individual e em grupo. Por último, Grand Championship será o concurso de duplas, o ponto alto do C3PO. Em formato similar ao WCS, a competição avaliará os candidatos e premiará a dupla com a melhor fantasia e performance.

Participantes do WCS 2013 emocionados com a conquista do segundo lugar, com direito a vaga na final Japonesa
Participantes do WCS 2013 emocionados com a conquista do segundo lugar, com direito a vaga na final Japonesa

E a Editora JBC também terá um estande bacana na Comic Con Experience 2014. Mais detalhes sobre isso e os eventos de cosplay serão divulgadas no decorrer do ano.
Para mais informações sobre a Comic Con Experience, acesse o site oficial da convenção aqui. Para se manter atualizado sobre todas as novidades da cultura pop e da Editora JBC, fique ligado na Henshin!