A invasão começou: Parasyte, pela JBC

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Capa do volume 1 de uma das edições japonesas de Parasyte.

Com quase 30 novos mangás anunciados para 2015, fica até difícil saber qual deles os leitores mais curtiram. Mesmo assim, com certeza, Parasyte – Kiseiju foi um dos mais comemorados. Num ano repleto de obras de ficção científica de todos os tipos e para todos os gostos, o mangá de Hitoshi Iwaaki é um exemplo de como usar o gênero para criar uma história de horror envolvente e misteriosa.

Seres misteriosos

Parasyte tem início quando criaturas parasitas desconhecidas começam a surgir por toda a parte, tomando controle do corpo de pessoas comuns através do cérebro e se alimentando de outros seres humanos. Uma dessas criaturas tenta invadir o corpo de Shinichi Izumi, um jovem de 17 anos, mas, ao não conseguir entrar pela cabeça, tenta usar a mão direita dele, mas é impedido de avançar mais, tomando apenas essa parte de seu corpo.

Agora, Shinichi e a criatura parasita (que adota casualmente o nome de Miggy, baseando-se na palavra japonesa para “direita”, migi) se tornam uma existência simbiótica, e são visados por outros desses seres, por serem considerados diferentes e estranhos.

Clássico cult, sucesso recente

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Shinichi e Miggy.

O mangá, escrito por Hitoshi Iwaaki, foi publicado no Japão originalmente de 1988 a 1995 na revista seinen (para público adulto) Afternoon (a mesma de Eden e Genshiken), e foi compilado em 10 volumes. Na época, a obra também foi um grande sucesso de crítica, vencendo prêmios de Melhor Mangá pelo Kodansha Manga Awards em 1993, e pelo Seiun Awards em 1996 (premiação japonesa para obras de ficção científica).

Mesmo assim, Parasyte nunca havia sido adaptado para outras mídias até 2014, quando saiu o animê de 24 episódios Parasyte – the maxim, pelo estúdio Madhouse (Hunter x Hunter), sucesso absoluto de público aqui no Brasil (transmitido pelo Crunchyroll), além da adaptação para cinema, em 2 filmes dirigidos por Takashi Yamazaki (mesmo diretor da adaptação cinematográfica de Zero Eterno).

https://www.youtube.com/watch?v=4HG6qtKBW7Y

Parasyte – Kiseijuu será lançado ainda em 2015, e se junta a Akira, The Ghost in The Shell e Eden: It’s an endless world na lista de clássicos sci-fi que a Editora JBC traz ao Brasil, e também a Terra Formars, sucesso atual no Japão e que, apesar de ter uma trama bem diferente, tem uma forte ligação com Parasyte. Fique ligado aqui na Henshin, no Twitter e no Facebook, para mais novidades!

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Leo Kitsune

Assistente editorial na JBC, alquimista federal especializado em pagode dos anos 90. Lendo mangás profissionalmente desde 2013.

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